Não é tarefa simples
resumir a vida de alguém que passou por tantos percalços e tão sinuosas
veredas. É como se INRI CRISTO tivesse vivido muitas vidas numa só existência. A
riqueza e singularidade de sua história residem na autenticidade e na
espontaneidade como aconteceram as mudanças em sua vida; os detalhes que
marcaram sua trajetória, alguns dos quais transcrevemos aqui, inspiram reflexão
e provocam questionamento nas mentes indecisas. Há muitas outras
particularidades da vida de INRI CRISTO que, se fossem simplesmente resumidas,
perderiam a sublimidade e profundidade de seu conteúdo. Os livros DESPERTADOR (1ª, 2ª e 3ª partes), O Tempo e O Verbo Divino sobre Roma (editados pelo MÉPIC), outrossim o livro INRI CRISTO - O Furacão sobre o Vaticano S.A., do escritor Pedro Lusz (obviamente integrantes do Index dos Livros Proibidos), trazem em seu bojo, de forma mais abrangente, a história
real e os ensinamentos de INRI CRISTO.
INFÂNCIA
INRI CRISTO reencarnou numa pequenina aldeia no interior do estado de Santa Catarina chamada Indaial. No dia 22/03/1948, uma parteira chamada Dona Bema entregou-o a um casal de camponeses alemães católicos, Wilhelm Thais e Magdalena Thais. Ambos, desconhecendo sua origem, o criaram como se fosse seu próprio filho. Apesar de ser judeu circuncidado, providencialmente desde a mais tenra idade INRI CRISTO cresceu num ambiente católico no afã de compreender e desmitificar os dogmas impostos ao povo da terra de Santa Cruz (Brasil). Desde menino, sua vida foi diferente das demais crianças. Na infância, era acordado na calada da noite por terríveis visões, muito nítidas, de pessoas gemendo, arrastando-se sobre seus próprios membros, que mais tarde seu PAI deu-lhe saber serem premonições sobre o fim deste mundo caótico. Assim foi até aproximadamente os sete anos de idade. Só na adolescência e quando já adulto é que algumas vezes voltaram a aparecer. INRI CRISTO freqüentou a escola Adolfo Konder, em Blumenau (SC), tão somente até o terceiro ano primário; foi obrigado a deixar de estudar, pois tinha que carregar água para ajudar a mulher que o criara no ofício de lavadeira a fim de garantir o sustento da família. Assim ele conheceu, já na infância, as vicissitudes inerentes à pobreza material. Em meio às habituais brincadeiras peculiares aos meninos, ele não compreendia por que os outros debochavam, riam por ele ser diferente. Só mais tarde, quando adulto, é que pôde compreender o significado da sua origem e da circuncisão.
(Declaração de Wilhelm e Magdalena Thais, registrada no 4º Ofício de Registro de Títulos e Documentos de Curitiba em 15/07/1986: "Nós, WILHELM THAIS e MAGDALENA THAIS, declaramos para os devidos fins que, no dia 22/03/1948, recebemos em nossa casa na localidade de Rio Morto, Município de Indaial, Estado de Santa Catarina, a visita da parteira Dona Bema, que nos entregou um menino cujos pais de origem ignoramos e cujo nome verdadeiro é Inri Cristo e que nós criamos como nosso filho. Aos 13 anos de idade tornou-se insubmisso, passando a viver independente de nós e mudando constantemente de domicílio, trabalhando como verdureiro, padeiro, entregador de alimentos etc., sempre em lugares diferentes e até mesmo em cidades diferentes, passando às vezes até mais de um ano sem nos visitar. A partir de 1971 passamos a vê-lo na televisão anunciando o futuro das pessoas e no ano de 1978, ele nos visitou e disse que teria que sair do Brasil e voltaria só três anos mais tarde. Desde então não tivemos mais notícia a não ser uma reportagem na revista "Fatos e Fotos" nº 1006 datada de 01/12/1980, que o mostrava na França curando os enfermos e na qual dizia se chamar Inri Cristo e ser o Filho de DEUS reencarnado. Em 1981, fomos surpreendidos pelo programa "Fantástico" da TV Globo, quando, no meio de uma multidão, dizia de novo se chamar Inri Cristo e ser o Filho de DEUS que voltou à Terra e ficamos chocados porque depois de três anos de ausência nem sequer veio nos ver. Muitos meses mais tarde, quando visitou-nos acompanhado de três pessoas, nos aproximamos para abraçá-lo e ele nos repeliu afirmando que quando jejuava em Santiago do Chile, seu PAI, SENHOR e DEUS lhe revelou que nós não somos seus pais, mas sim que ele é nosso Pai e Pai da humanidade, e que seu nome verdadeiro é Inri Cristo e não somente no nome, mas que ele é o mesmo Cristo que crucificaram").
ADOLESCÊNCIA
Desde a infância, INRI CRISTO obedece a uma voz, a uma única e poderosa voz, que fala no interior de sua cabeça, mas que até o jejum não sabia de quem era. Aos treze anos, recebeu ordem de sair de casa, abdicar o aconchego do lar. Passou a peregrinar sobre a Terra e a vivenciar a realidade das esquinas sociais. Na adolescência, trabalhou como verdureiro, padeiro, entregador de alimentos, mascate, garçom etc. Testemunhou, outrossim, as falcatruas praticadas pela proscrita igreja romana, a fim de, despudoradamente, angariar recursos em nome dos pobres e necessitados para benefício próprio. Presenciou, ainda jovem, a face oculta dos que se dizem servos de DEUS, pois se apresentam ao povo como paladinos das causas justas, todavia interiormente são repletos de falsidade, corrupção e iniqüidade. Isso lhe fez desacreditar das religiões e a tornar-se um convicto ateu até o jejum. INRI CRISTO nunca pôde se apegar a nada nem a ninguém. Sempre que lhe agradava trabalhar num lugar ou conviver com uma pessoa, recebia ordem para mudar de profissão, mudar de cidade, sempre adiante em obediência à voz que o comanda (ver O Banido no livro DESPERTADOR 1ª parte, editado pelo MÉPIC).
A FASE ADULTA
Em 1969, aos 21 anos, INRI CRISTO passou a viver
como profeta, pois seu PAI lhe concedera o dom da vidência. Era profeta de
um DEUS desconhecido ("Prepara-te para receber-me... virei a ti como um
ladrão e não saberás a que hora virei a ti" - Apocalipse c.3 v.3). Sem ter
ainda consciência de sua identidade, sempre em obediência à voz que lhe fala no
interior da cabeça desde a infância, iniciou sua vida pública como Iuri e falava nas rádios anunciando o porvir. A partir de
1971, na TV Morena, canal 6 de Campo Grande - MS, passou a falar na televisão. Nessa circunstância, sua vida deu um salto; começou a
viver, de cidade em cidade, nos hotéis e a freqüentar todos os ambientes
sociais. Antes de sair do Brasil, habitava a suíte 951 do hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. O dom da profecia e sua
predestinação em conhecer as sinuosidades da alma humana fizeram com que fosse
conhecido e procurado por muitos. Deputados, senadores, juízes,
desembargadores, empresários, socialites vinham à sua presença pedir conselhos
e orientações e perguntar-lhe sobre o porvir. Ele indicava a solução de seus
problemas, dava-lhes instrução e eles contribuíam com a sua sobrevivência, com
a sua caminhada sobre a Terra. E assim INRI CRISTO vivenciou de perto os
problemas do mais baixo ao mais alto padrão de vida. Foi através desse imenso laboratório de sociologia que seu PAI, SENHOR e DEUS o fez
conhecer profundamente as verdadeiras intenções ocultas no interior de cada ser
humano, suas fraquezas e misérias, as enfermidades disfarçadas em tecidos
caros, a hipocrisia e corrupção da sociedade contemporânea, enfim, foi um
minucioso estudo de ciências humanas na escola da vida, que não se aprende nos
livros nem nas academias convencionais, necessário para o cumprimento de sua
missão. Em 1978, recebeu ordem de sair do Brasil sem deixar nada para trás,
despojando-se completamente dos bens materiais. Sentia em seu interior que iria
fazer uma viagem sem volta. Em 01/09/1978 chegou a Santa Cruz de
INRI CRISTO compreendeu sua enorme responsabilidade, pois seu PAI deu-lhe consciência do significado de sua condição, do seu nome e da difícil missão que lhe foi outorgada no alvorecer da Nova Era: julgar a humanidade e instituir na Terra o Reino de DEUS. Não obstante, mostrou-lhe o SENHOR que ser Cristo não era motivo de júbilo. Ao contrário. Antes de ser reconhecido e aceito pela humanidade seria reprovado, aprisionado, humilhado, caluniado, odiado, traído e até expulso de alguns países. Era a reprovação que ele mesmo previu há dois mil anos ("Segunda vinda de Jesus: ...Mas primeiro (antes de seu dia de glória) convém que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem" - Lucas c.17 v.25 a 35). Mas tudo isso, disse-lhe o SENHOR, seria necessário para que conhecesse bem o seu povo e os que se dizem seus representantes, mas não o são, antes se servem de seu nome antigo (Jesus) para satisfazer seus próprios interesses ocultos e enganar os incautos, cumprindo-se o que está escrito em Mateus c.24 v.5 e 24 ("Orai e vigiai, que ninguém vos engane... porque falsos cristos e falsos profetas virão em meu nome, farão prodígios e enganarão a muitos, até mesmo os eleitos se possível fosse"). Eles vieram e gritam no mundo inteiro: "Aleluia! Sangue de Jesus tem poder", construíram impérios e fundaram cadeias de rádio e televisão "em nome de Jesus". Aos que porventura tentarem enquadrar INRI CRISTO nessa passagem bíblica, convém salientar que, enquanto os falsos cristos e falsos profetas vieram em seu nome antigo (Jesus), INRI CRISTO veio com um nome novo, o nome que pagou com seu sangue na cruz (Apocalipse c.3 v.12), e em nome de seu PAI, SENHOR e DEUS.
APÓS O JEJUM
Partindo de Santiago do Chile, INRI CRISTO
continuou sua peregrinação sobre a Terra passando pelo Peru, Colômbia, Venezuela
e todos os países da América Central, sempre falando ao povo nas praças
públicas, rádios, televisões e universidades em busca do reencontro com os seus
filhos, no entanto apresentava-se tão somente como enviado de DEUS. Mesmo ainda
não dizendo abertamente ser o mesmo Cristo de dois mil anos atrás, alguns
filhos o reconheceram. Quando chegou ao México, para se cumprir o que o SENHOR
lhe dissera no jejum, o Jornal Ovaciones publicou na primeira página: "INRI, el Cristo, Hijo de DIOS, habla al pueblo y cura a los enfermos
A REVOLUÇÃO
Em obediência a seu PAI, SENHOR e DEUS, INRI CRISTO teve que romper o vínculo com o que restara de sua antiga igreja, a romana, anulando o efeito das palavras ditas a Pedro: "Pedro, tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus c.16 v.18). Justamente porque as portas do inferno começaram a prevalecer no seio da igreja que se tornou a meretriz do Apocalipse c.17 (Inquisição, idolatria, comércio religioso, venda de indulgências e sacramentos, deturpação da lei de DEUS e dos ensinamentos de Cristo, introdução de cultos, rituais e crenças pagãs no seio do catolicismo, supressão da eterna e divina lei da reencarnação da doutrina cristã, prática de pedofilia, devassidão moral, conchavos políticos em troca de benefícios, etc...), ela foi declarada proscrita pelo ALTÍSSIMO em 28/02/1982 e em seu lugar nasceu a Nova Ordem Católica, SOUST, que veio dar continuidade à Seita do Nazareno (como era conhecida a igreja cristã em seus primórdios), resgatando os puros ensinamentos deixados pelo Filho do Homem antes de ser crucificado. Após falar durante três dias consecutivos (quarta, quinta e sexta-feira antes da revolução) na TV Guajará, canal 4 de Belém do Pará, INRI CRISTO convocou o povo a comparecer domingo na Praça Dom Pedro II. E no histórico domingo dia 28/02/1982, INRI CRISTO reuniu-se com mais de dez mil pessoas na Praça Dom Pedro II. De lá seguiu em procissão até a catedral, interrompeu a farsa chamada missa e expulsou os sacerdotes, bradando: "Saiam daqui, ladrões mentirosos, adoradores de ídolos, vendilhões de falsos sacramentos, eu sou Cristo!". Ato contínuo subiu no altar e praticou o gesto libertário: arrancou a estátua da cruz e quebrou-a ante o olhar estupefato dos presentes que exclamavam: "Cristo! Cristo! Cristo!". Mostrou através deste ato não ser um bonequinho pregado na cruz, mas o Cristo vivo, de carne e osso. Então, o SENHOR disse-lhe: "Vê, meu filho, esta não é minha casa nem tua casa. Minha casa é tua casa. Esta é a casa da idolatria, é a casa que vende teu nome e meu nome. Assemelha-se a uma prostituta, pois, enquanto a prostituta vende o seu corpo, esta casa, que foi tua igreja, vende os sacramentos que são o seu corpo. E por causa da iniqüidade que reina em todas as igrejas, nelas não há mais lugar para mim nem para ti. Por isto te ordeno: institui aí na terra o meu Reino, anuncia ao mundo que esta ordem veio de mim. Eu sou o DEUS de Abraão, de Isaac e de Jacob. Eu sou o teu SENHOR e DEUS, o mesmo que te confortou quanto agonizavas na cruz. Sou o único SENHOR do céu e da terra". Foi neste momento dramático e de extrema gravidade que o SENHOR disse o nome da nova ordem católica, culminando com o nascimento da SOUST (Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade, sendo outrossim Suprema Ordem Católica da Santíssima Trindade, posto que as palavras "universal" e "católica" na tradução se revezam no mesmo significado), nova e única igreja de INRI CRISTO, na formação de um só rebanho e um só pastor (João c.10 v.6). Os sacerdotes, desesperados, chamaram os policiais, que tiraram o povo da catedral à força e conduziram INRI CRISTO à central de polícia e de lá ao presídio "São José", onde permaneceu durante quinze dias e saiu sem depender de advogados. Uma junta psiquiátrica nomeada oficialmente pelo juiz Dr. Jaime dos Santos Rocha e presidida pelo Dr. Nerival Barros examinou INRI CRISTO e disse que, conforme perspectivas otimistas, só poderiam concluir um laudo sobre o Filho de DEUS no dia do Juízo Final, alegando que ele atua numa esfera intelectual superior considerada atípica (conforme registrou o jornal O Liberal, de 01/03/1982, arquivado na SOUST). Em 20/04/1982, INRI CRISTO oficializou a instituição da SOUST em Curitiba, capital do estado do Paraná, onde viveu o período mais longo e mais amargo da reprovação que seu PAI lhe anunciara. Desbravou o terreno da incredulidade pelas ruas e praças; impôs sua presença e sua mensagem ao frio povo curitibano, enfrentando a reprovação e a dureza dos corações humanos.
(A história completa e em fotos sobre a revolução perpetrada por INRI CRISTO no interior da catedral de Belém do Pará em 28/02/1982 está no livro DESPERTADOR 2ª parte, editado pelo MÉPIC, outrossim disponibilizada no site www.inricristo.org.br/index26.html ).
INRI CRISTO NO VATICANO
Após a instituição do Reino de DEUS na Terra, formalizado pela SOUST, INRI CRISTO recebeu ordem de seu PAI para anular o derradeiro vínculo com sua antiga igreja, a meretriz do Apocalipse c.17. No dia 24/09/1983, chegou ao Vaticano e viu in loco o maior estabelecimento comercial vendedor de falsos sacramentos do mundo. O SENHOR ordenou-lhe que entrasse no templo construído em nome de Pedro, centro mundial de reunião dos traidores da causa divina. E quando, em seu interior, INRI CRISTO contemplava o maior estabelecimento de idolatria do mundo, o SENHOR, DEUS de Abraão, de Isaac e de Jacob, falou com veemência: "Esta árvore enferma tem que secar, ela não dá bons frutos. Seque arvora enferma, seque. Seque para que a boa árvore que Eu plantei viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutos que tu me negas". Obviamente, quando o SENHOR menciona a boa árvore, Ele se refere à SOUST. INRI CRISTO partiu daquele local conduzindo em seu interior a convicção de que a árvore enferma secará exterminada pelo verdugo divino chamado tempo, que em seu lugar vicejará a boa árvore plantada pelas mãos do inefável CRIADOR do Universo e que mais uma vez se cumprem as Escrituras. Por força do decreto divino, iniciou a ruir o principado de iniqüidades em que se transformou a proscrita igreja romana, a começar, em 1984, pela revogação do Tratado de Latrão, estabelecido em 1929 entre o ditador Mussolini e o "papa" Pio XI, cujos termos garantiam uma série de privilégios ao Estado do Vaticano. Com a aprovação do Senado à proposta do premier italiano Bettino Craxi, a cidade de Roma deixou de ser considerada sagrada e foram eliminadas diversas regalias até então inerentes aos prelados do Vaticano, conforme noticiou, no Brasil, a Revista Veja em 08/08/1984. E no mundo inteiro começaram a aflorar os escândalos no seio da igreja proscrita, que sempre aconteceram, todavia eram encobertos e mantidos longe do conhecimento público. No livro DESPERTADOR 2ª parte estão os exemplos jornalísticos mais notórios.
RECONHECIMENTO OFICIAL DA IDENTIDADE DE INRI
CRISTO PELAS AUTORIDADES TERRESTRES
Após sobrepujar um processo de falsidade ideológica na Justiça Federal que se arrastou por quinze anos, INRI CRISTO obteve o reconhecimento oficial de sua identidade pelas autoridades terrestres. Em 24/10/2000, o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná expediu um venerando acórdão determinando que conste seu novo nome, INRI CRISTO, em todos os seus documentos (passaporte, identidade, CPF, etc.). INRI é o nome que lhe custou o preço do sangue na cruz. Significa, em latim, Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum (Jesus Nazareno, Rei dos Judeus); em hebraico, Iammim Nour Rouahh Iabescheh (fogo, terra, água e ar); outrossim quer dizer Igne Natura Renovatur Integra: pelo fogo a natureza se renova ("Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome" - Apocalipse c.3 v.12) e CRISTO, na tradução do grego, quer dizer "o ungido", no singular.
(A história jurídica de INRI CRISTO completa está no livro O Tempo, editado pelo MÉPIC e disponível no site www.inricristo.org.br/index5.html ).
INRI CRISTO é mais perigoso que qualquer feitiço imaginado pelas mentes supersticiosas que o acusam. Ele ensina a ousar o anseio humano de liberdade, considerada a maior de todas as loucuras. INRI CRISTO jamais poderá sucumbir ante o peso da responsabilidade nem abdicar de sua legitimidade e tão pouco esconder sua identidade. Há que persistir infatigavelmente até que afinal, renascendo das cinzas da reprovação, totalmente purificado, seu espírito estará pronto para cumprir o grande propósito de DEUS. E como ele mesmo anunciou ao apóstolo João que ao chegar seu dia de glória e do Juízo Divino seus cabelos estariam brancos da cor da neve (Apocalipse c.1 v.14), há que se esperar a passagem do tempo, fiscal de DEUS e aliado do Filho do Homem.
Dentre os frangalhos das abaladas estruturas desta sociedade arcaica, desordenada, iníqua, corrupta e moribunda, emergirá, ungido de poder e glória, INRI CRISTO, Unigênito de DEUS, que voltou para julgar e não para ser julgado. E todos, estupefatos, verão resplandecer a Estrela da Manhã para regozijo dos homens de coração puro, dos simples, dos humildes, dos justos, dos que amam a verdade, esperam e servem a justiça.
Aderexi Schmidt
Assessora de Comunicação da SOUST