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Reflexão do escritor Henri Cosi, autor do livro "INRI: louco, farsante ou Messias?"

Antes de entrar analiticamente na personalidade de Inri Cristo, sinto-me na obrigação de cientista ético e responsável que me considero, de avisar o leitor a respeito de um fator muito parcial e negativo que vive nas sociedades humanas em sua mais intrínseca natureza: o Preconceito.

Preconceito nada mais é do que um conceito feito previamente. Mas previamente de quê? Ora, é alguém fazer um juízo de valor a algo ou a alguém sem antes verificar sua natureza. O conceito prévio é feito com base apenas em observações anteriores de situações semelhantes que se confirmaram ser uma “verdade.” Em certo sentido, muitas vezes isso funciona mesmo... É uma maneira de o ser humano se adaptar mais rápida e eficazmente no dia a dia.

É por esse motivo (segurança e conforto) que as pessoas tendem a defender com unhas e dentes o que lhes foi ensinado desde a infância, principalmente se foi passado por pessoas afetivamente próximas (pai, mãe, irmão...). Defendem questões que nem sequer pararam para analisar ou raciocinar a respeito. Nós chegamos a repudiar aqueles que tentam discutir certos assuntos e regras dessa natureza, sem mesmo saber por que temos tanta raiva disso, ou por que defendemos com tanta garra. É como se, de forma despretensiosa, sustentássemos nossos alicerces psicológicos e emocionais nessas crenças antigas e enraizadas. É difícil convencer alguém que ouve desde criança que algo ou alguém é uma determinada “verdade”, a mudar de opinião, ou mesmo pedir para pensar e raciocinar a respeito.

Aqueles que estão mais regrados nas ideias são os mais rígidos de pensamento: “... não quero mais saber, e ponto final.” É certo que o mundo precise de regras para uma vida equilibrada e segura sim, mas são regras gerais para todos. As regras gerais do mundo têm uma RAZÃO de existir, têm uma experiência anterior e uma evolução adaptativa, provêm de uma análise previamente feita e estudada.

Acho interessante relatar aqui uma experiência simples, mas notável, que aconteceu comigo certo dia. Fui ao cinema numa segunda-feira à noite e encontrei a sala quase vazia. Sentei-me à frente, na poltrona do corredor. Para passar o tempo, enquanto o filme não começava, peguei uma garrafa de plástico que havia comprado e retirei o adesivo que continha o código de barras. Como faço de costume, dobrei o adesivo pela metade, sucessivamente, até não dar mais para dobrar. Coloquei então o papel amassado em cima da poltrona da frente. Para minha surpresa, na poltrona ao lado da que eu havia colocado o papel, havia outro do mesmo tamanho e no mesmo local característico da poltrona. Foi meio engraçado ver aqueles dois “irmãos gêmeos” distribuídos da mesma forma, um de cada lado, dobrados da mesma maneira peculiar. Pensei logo: “Estranho! Outra pessoa metódica (por amassar o papel da mesma forma) e com a mesma atitude de pensamento esteve por aqui!”

Se eu ficasse ali, observando os papéis e pensando no assunto, simplesmente estaria fazendo o papel exemplar de um preconceituoso, que se deixa enganar pelas aparências, e prefere fazer um juízo de valor apenas por um referencial (que, no caso, seria apenas a visão com os olhos). Seria pior se houvesse outra pessoa comigo e dissesse que se trata de uma coincidência “mesmo”; assim eu diria “amém.”, firmando minha crença. Tive que levantar e pegar com minhas próprias mãos o outro papel deixado por outra pessoa. Ao pegá-lo, constatei que minha percepção e posterior conceito haviam se esvaído ralo abaixo. Era uma pipoca!

Ela era idêntica ao papel que deixei, pelo menos de longe. Mas, ao pegá-la, ela se esfarelou rapidamente, e vi o quanto nós seres humanos somos preconceituosos até para coisas tão banais como estas. Eu farei para você todo o juízo de valor que me é cabido profissionalmente, sem usar qualquer julgamento de ordem pessoal, pois, se assim o fizesse, o teor imparcial na análise dos dados se descaracterizaria.

Então, ao invés de você ler este livro com um pé atrás, isto é, ler com um pré-conceito já estabelecido a respeito de Inri Cristo, só por causa de sua aparência e forma de se comportar, sugiro que leia com a cabeça completamente aberta e livre para raciocinar em cima dos argumentos científicos e imparciais que fiz especialmente para você.

O livro, por ser científico, não pode ser tendencioso para qualquer lado, independente da conclusão final que se tomará a respeito dele. Logo, estou me dando ao trabalho de analisar técnica e profissionalmente por todos os ângulos e referenciais possíveis a personalidade de Inri Cristo, para que você tenha a tarefa de julgar e responder à pergunta feita no título, junto comigo.

Qualquer preconceito só atrapalha.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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