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Mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de idéias falsas 

 O principal equívoco de diversas ramificações religiosas ou filosóficas consideradas místicas e esotéricas está em vilipendiar, distorcer o significado da palavra Cristo, usando-a de forma errônea e inapropriada. Cristo, que é sinônimo de Messias, significa “o Ungido”, “aquele que foi ungido pelo SENHOR”, no singular (“Eis o meu servo, Eu o ampararei; o meu escolhido, no qual a minha alma pôs a sua complacência; sobre ele derramei o meu espírito, ele espalhará a justiça entre as nações... ele fará justiça conforme a verdade” – Isaías c.42 v.1 a 3). Não se trata de uma qualidade passível de ser “desenvolvida” por cada indivíduo. É possível alguém se identificar com o seu “eu interior” ou “inner-self”, atingir a “iluminação”, despertar a luz interior, o lado divino do espírito, que é a ressurreição ou ressurgimento da alma. Não obstante, ninguém jamais pode desenvolver ou despertar “o Cristo interno”, isso não existe; a utilização do termo nesta circunstância é totalmente equivocada, requer que se estude com maior precisão a etimologia da palavra antes de transmitir o equívoco aos menos avisados.

 O Messias, ou Cristo, tem a missão de reconduzir os seres humanos ao caminho da luz, da genuína espiritualidade, ao caminho de DEUS e da lei divina (“Eu sou o SENHOR, que te chamei na justiça, tomei-te pela mão, conservei-te e te pus para seres a reconciliação do povo e a luz das nações, para abrires os olhos dos cegos, para libertares da cadeia o preso, e do cárcere os que estão sentados nas trevas” – Isaías c.42 v.5 a 7). Ele veio há dois mil anos conforme já se previa desde tempos imemoriais, a fim de redimir os pecados da humanidade; ofereceu seu próprio corpo em holocausto derramando seu sangue na cruz. Isaías não só predisse a vinda do Messias para a redenção (“Por isso mesmo o SENHOR vos fará esse sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho que se chamará Emanuel. Ele comerá manteiga e mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem” – Isaías c.7 v.14 / “Ele purificará com o seu sangue muitas nações, diante dele os reis taparão a boca” – Isaías c.52 v.15), mas também para estabelecer o reinado messiânico sobre a Terra, o Reino de DEUS prometido há milênios pelos profetas, que é um reinado de paz, o que se conclui agora, por ocasião do retorno do Messias (“Glória da nova Jerusalém: Levanta-te, recebe a luz, Jerusalém, porque chegou a tua luz, e a glória do SENHOR nasceu sobre ti. Porque eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti nascerá o SENHOR, e a sua glória se verá em ti. As nações caminharão à tua luz, e os reis, ao resplendor da tua aurora” – Isaías c.60 v.1 a 3 / “Porque eu vou criar céus novos e uma terra nova; não persistirão na memória as antigas calamidades, nem voltarão mais ao espírito” – Isaías c.65 v.17). E o Reino de DEUS não veio para um seleto grupo de homens que se consideram espiritualizados, iniciados e mais evoluídos que os demais seres humanos. Conforme já disse INRI CRISTO há dois mil anos, “bem-aventurados os pobres de espírito, o reino dos céus será deles” (Mateus c.5 v.3); os pobres de espírito são os herdeiros do reino dos céus porque em seus interiores há espaço para receber a luz divina, para assimilar a essência da espiritualidade manifestada nos ensinamentos do Verbo de DEUS. E a genuína espiritualidade está nas coisas simples, e não em sebosos alfarrábios ou em rituais vazios, desprovidos de qualquer significado místico aos olhos do CRIADOR. Tanto mais numerosos os rituais presentes em determinada escola iniciática, em determinada religião ou doutrina, tanto mais se indica o vácuo espiritual e a necessidade de preencher a lacuna do vazio espiritual. Segundo nos ensina INRI CRISTO, a lei de DEUS é simples, os homens é que complicam.

Embora reconheçam a existência da reencarnação, a maioria dos espiritualistas acredita que espírito evoluído não volta, não reencarna. Referindo-se a Cristo, alguns chegam a alegar o absurdo de que “nenhum veículo (corpo físico) poderia suportar a tremenda vibração de tão grande espírito, resultando daí a impossibilidade de sua reencarnação”. Mas se isso fosse verdade, o que Cristo veio fazer na Terra há dois mil anos, e por que prometeu que voltaria? Como confrontar essa afirmação com a previsão bíblica do Apocalipse c.1 v.7 de que “ele virá sobre as nuvens e todo olho o verá”? INRI CRISTO remove as vendas de nossos olhos e nos revela que justo no século de sua reencarnação o ALTÍSSIMO inspirou os cientistas a inventar essas máquinas fantásticas – o avião e a televisão – que irão facilitar o cumprimento de sua missão na Terra. Numa aeronave INRI CRISTO percorrerá todos os países vindo sobre as nuvens e pela televisão e internet todo olho o verá. Está previsto ainda que no dia do SENHOR o Filho do Homem terá os “cabelos brancos da cor da neve” (Apocalipse c.1 v.14); antes, todavia, é necessário que “sofra muito e seja rejeitado por esta geração” (Lucas c.17 v.25 a 35), ou seja, pela geração à qual deveria se manifestar em sua segunda vinda, o que só é viável mediante sua presença física, de carne e osso. Ocorre na realidade que os idealizadores de tais preceitos pseudo-esotéricos, pseudo-místicos, são os que deveras não suportam a idéia da presença física de Cristo na Terra. Mas, por quê? A verdade é que Cristo incomoda porque ele ensina o ser humano a trilhar o ousado caminho da liberdade de consciência, o que lhe dá o direito de não estar subordinado a nenhum líder, a nenhuma instituição, a nenhuma doutrina alienante, a nenhuma religião. Cristo incomoda porque cumpre e nos ensina a cumprir o primeiro mandamento, “amar DEUS sobre todas as coisas”, ou seja, buscar unicamente a DEUS e nEle depositar nossa fé e confiança acima de tudo, repudiando qualquer forma de idolatria, seja a idolatria por imagens de “santos”, seja a idolatria por “guias e mestres espirituais”, que na esmagadora maioria dos casos são almas penadas em busca de cavalgaduras com quem irão partilhar o seu carma. E é justamente sob a influência desses espíritos de baixas esferas que se produzem abomináveis lixos esotéricos rotulados de “literatura esotérica”, cuja principal função é poluir a mente dos incautos e mantê-los alienados, submissos à fantasia. As práticas de “viagem astral”, “canalização”, etc. consistem, na realidade, em uma forma sutil, diplomática de deixar o canal neuronial aberto, à disposição dos espíritos atormentados, que estão desesperados à procura de um corpo; o incauto que cai nessa armadilha perde a noção de si, já não sabe quando é dono de si mesmo. Transforma o corpo num táxi, num veículo de aluguel sempre pronto a receber novos ocupantes. Daí por que o envolvimento com mediunidade e movimentos ocultistas traz inúmeras conseqüências desagradáveis, que são as mesmas em qualquer lugar do mundo: intranqüilidade, angústias, melancolia, inclinação para o suicídio, sexualidade exagerada com inclinações para práticas de sexo pervertido, raiva incontida, avareza, pavorosas tensões íntimas, pesadelos, depressões, pensamentos terríveis, alucinações visuais e auditivas, psicose mística, etc. Há que se manter o espírito sempre alerta, desperto, plenamente consciente de si a fim de repelir qualquer investida do tenebroso mundo das trevas; eis o profundo significado de orar e vigiar (Mateus c.24 v.4), e desta forma manter-se a salvo do engodo, da fantasia, da mentira.

É mister lembrar o que Cristo disse há dois mil anos e suas palavras valem para sempre: “A ninguém chameis Pai sobre a Terra, porque um só é o vosso PAI, o que está nos céus, e a ninguém vos façais chamar mestre, porque um só é o vosso Mestre, o Messias” (Mateus c.23 v.9 e 10). Portanto, caracteriza-se o menosprezo ao ensinamento de Cristo não só ao se chamar os sacerdotes de “padre” e “papa” – uma vez que “padre”, na tradução do italiano, quer dizer pai, e “papa”, na deformação do grego e latim, outrossim quer dizer pai – mas principalmente ao se procurar por “mestres ou guias espirituais”, que mantém os seres humanos ainda mais distantes da lei divina. Cristo ensinou-nos também a orar no quarto, em oculto, com a porta fechada, pedindo secretamente ao CRIADOR o atendimento às nossas súplicas (Mateus c.6 v.6). Vale mencionar que as autênticas manifestações oriundas do mundo espiritual são as que acontecem naturalmente, espontaneamente, sem a especulação ou indução humana, e jamais desviam o ser humano do reconhecimento à supremacia do ALTÍSSIMO, o Supremo CRIADOR.

Quando os alienados vêem Cristo na Terra, eles sentem uma necessidade de liberdade, de arrancar o cabresto. Os mais coerentes e equilibrados raciocinam livremente e jamais questionam o dono do cabresto, que estará sempre pronto e determinado a desviá-los do caminho da luz. Ironicamente, justo os mais alienados – por se comportar como marionetes e não ter opinião própria – é que vão questionar o dono do cabresto. A erudição pseudo-esotérica é uma abominável alienação para os que se consideram intelectuais, uma vez que os desvia da verdade quase irremediavelmente. Mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de idéias falsas.

Ocorreu um caso em meados do ano 2002 que convém registrar para a posteridade. Um membro graduado da ordem Rosacruz, que ostentava o título de “Artesão”, trouxe de presente para INRI CRISTO um livro do Phd Harvey Spencer Lewis, considerado a pedra filosofal naquele ambiente dito esotérico. INRI CRISTO diligentemente analisou e grifou todas as mentiras do livro, da mesma forma que enumerou-lhe as verdades, devolvendo-o ao “Artesão” em seguida. Antes, porém, INRI CRISTO perguntou se ele deveras era um homem livre e preferia a verdade – considerando ser ele um farmacêutico, já de certa idade, a quem INRI conhecia havia décadas, desde os tempos de sua juventude – ou se era mais um alienado. Ele disse preferir a verdade. Então INRI mostrou-lhe, uma a uma, todas as mentiras do livro sutilmente introduzidas em meio às verdades. O “Artesão”, estupefato ante o que acabara de constatar, decidiu ir até o principal templo Rosacruz em Curitiba – PR e corajosamente exibiu todas as mentiras do livro. Resultado: por conta de seu atrevimento, destituíram-no do título de “Artesão” e removeram da biblioteca Rosacruz todos os livros sobre INRI CRISTO.

Por outro lado, quando INRI CRISTO esteve na França em 1980, falou no suntuoso teatro da Rosacruz francesa a convite de membros graduados da ordem. Na França, os Rosacruzes acreditavam piamente que o Messias haveria de nascer no dia 22/03/1948, justamente o dia em que INRI CRISTO reencarnou (segundo cálculos astrológicos, esta data marca, outrossim, o início da Era de Aquário). Quando INRI CRISTO lhes provou documentalmente o dia de seu nascimento, eles ficaram hipnotizados, estarrecidos, e passaram a crer que INRI CRISTO é o Messias não por uma questão de foro íntimo e sim devido à crença nos preceitos da ordem, da mesma forma que Judas Iscariotes acreditava porque via os milagres há dois mil anos.

INRI CRISTO não está em busca de adeptos de qualquer denominação religiosa ou pseudo-esotérica. Todavia sabe que existem pessoas honestas, bem-intencionadas que, embora estejam à procura da verdade, continuam desorientadas, desnorteadas. São os descontentes; estes sim são bem-vindos ao Reino de DEUS. INRI CRISTO está disposto a mostrar a verdade aos seres humanos, a essência da espiritualidade, livrando-os das fantasias e engodos dogmáticos. Qualquer livre-pensador intelectualmente honesto vêm à presença de INRI CRISTO e o questiona a fim de formar um juízo independente e se livrar das alienantes doutrinas pseudo-esotéricas inventadas pelos homens.

 Adeí Schmidt - Discípula de INRI CRISTO
Assessora de Comunicação da SOUST

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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