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No dia 23/12/2001, o programa Fantástico da Rede Globo apresentou esta matéria: “O que os cientistas têm a dizer sobre aquele que proclamou o Reino dos céus? O jornalista e pesquisador Juan Arias recolheu tudo o que os historiadores estão pesquisando sobre a vida de Cristo. Ele estudou teologia, línguas antigas e investigou na biblioteca do Vaticano. Acredita que existem poucas pistas sobre o Jesus histórico. Segundo ele, os Evangelhos não são documentos históricos; tratam-se de documentos literários que explicam a fé das primeiras comunidades cristãs... Disse também que há dez anos um grupo de historiadores se reuniu para pesquisar os milagres atribuídos a Cristo e concluiu que ele não caminhou sobre as águas nem multiplicou pães e peixes. Essas passagens seriam criações dos primeiros cristãos. Acreditam, todavia, que ele operava outros prodígios, ou seja, curava. Este jornalista acompanhou mais de cinqüenta viagens de Paulo VI e João Paulo II em trinta anos de estudos. Ele acredita que Cristo nunca pensou em fazer uma nova religião, e sim queria uma vida livre, em que os homens acreditassem no DEUS que cada um tem dentro do coração".

Assim falou INRI CRISTO:

“Eis que da parte de meu PAI, SENHOR e DEUS eu vos revelo, meus filhos, o enigma dos milagres. Quando me chamava Jesus, certa ocasião havia uma multidão a meu redor a me ouvir e não havia alimento físico para lhes oferecer. Deste episódio nasceu o relato evangelístico da multiplicação de pães e peixes. A fim de esquivar-vos da senda da esquizofrenia, é imperativo esclarecer como isto efetivamente ocorreu sem partir para o delírio dos fariseus, que afasta os seres humanos da verdade e, conseqüentemente, de DEUS.

Como eu mesmo disse há dois mil anos, para DEUS tudo é possível, isto é verdade. Todavia, Ele não faria algo que escapasse da lei perfeita que Ele mesmo estabeleceu. Se assim o fizesse não seria perfeito e portanto não seria DEUS. A natureza por Ele criada e as leis que a regem são perfeitas, tudo que nela existe e atua está em perfeita harmonia. Desta forma, trilhando o caminho da lógica através da faculdade do raciocínio, é incoerente, inviável surgir pães a partir do nada, a partir do ar ou até mesmo a partir do chão que se pisa. Isto seria contradizer o que eu mesmo ensinara aos discípulos: “Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento e o corpo mais do que o vestido?” (Mateus c.6 v.25). Disse-lhes ainda: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Porque todas essas coisas os gentios procuram. De certo que vosso PAI sabe que necessitais de todas essas coisas. Mas buscai primeiro o Reino de DEUS e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus c.6 v.31 a 33).

Se analisardes a Bíblia com a inspiração divina, lá mesmo encontram-se os indícios de que os ouvintes foram saciados pelo pão místico que de meu PAI emana através de minha palavra. “Eu sou o pão que desci do céu” (João c.6 v.51). Eu não dou pão nem peixe; através da minha palavra ensino a pescar, ensino meus filhos a viver com dignidade na senda da lei divina. Certa ocasião, após o mencionado evento, disse à multidão que me procurava e, segundo os Evangelhos, protagonizara o milagre realizado pelo SENHOR: “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes o pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará”. Inquiriram-me então: “Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu” (João c.6 v.26 a 31). Raciocinando honestamente dentro da coerência e da lógica, obviamente não haveria por que me pedirem um sinal se o pão que lhes dera fosse físico, de farinha e fermento. O que na verdade lhes dei foi o pão espiritual. Mais adiante ainda lhes disse: “Moisés não vos deu o pão do céu, mas meu PAI vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de DEUS é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita. As palavras que eu vos disse são espírito e vida” (João c.6 v.32 a 35 e v.63).

Há outra prova de que o pão era espiritual, estava na doutrina ministrada ao povo da parte de meu PAI. Logo após o referido fenômeno, disse aos discípulos: “Guardai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus”. Eles discorriam entre si dizendo: “É que nós não temos pão”. Então lhes disse: “Por que discutis entre vós, homens de pouca fé, sobre o não vos terdes fornecido de pão? Como não compreendestes que não vos falei a respeito do pão, mas que vos guardásseis do fermento dos fariseus e saduceus?” Então compreenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus (Mateus c.16 v.5 a 12). “Por que estais vós a discutir que não tendes pão? Não considerastes, nem compreendestes ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido? Tendo olhos, não vedes? E, tendo ouvidos, não ouvis? E não vos lembrais? Como não entendeis ainda? Pois não tinham compreendido o milagre dos pães, antes o seu coração estava endurecido” (Marcos c.8 v.17 a 21 e c.6 v.52). Aí também está bem evidente que não ocorrera um milagre espetaculoso como fantasiam os fariseus e sim um milagre espiritual, que não se podia ver com os olhos todavia precisava ser entendido com o coração. Ao contrário, não haveria por que “compreender” o milagre nem por que o coração dos discípulos estar “endurecido”.

É mister esclarecer que os Evangelhos foram escritos algumas décadas após a crucificação e passaram por inúmeras e diferentes traduções. Segundo pesquisadores da Bíblia, eles seriam criações dos primeiros cristãos, documentos literários que explicam a fé e não a história. Muito do que neles está escrito é passível de questionamento, e isto inclui a multiplicação dos pães*. Da minha parte, só respondo por aquilo que eu falei e pelo que faz parte da história, ou seja, os fatos reais. Naquela época, os cristãos sofriam muitas perseguições dos súditos de Roma e, para atrair adeptos ao Cristianismo, a melhor e mais eficaz maneira era despertar a crença do povo relatando os milagres, tidos como sinais de DEUS.

No relato sobre a crucificação descrito nos Evangelhos, exceto o de João, há algumas fantasias que não correspondem à realidade, à verdade, a exemplo de que “tremeu a terra, fenderam-se as pedras, abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam se levantaram” (Mateus c.27 v.51 a 53). O único evangelista que forneceu uma descrição precisa sobre a crucificação foi João, por “coincidência” o mais coerente e equilibrado, pois dentre todos os demais discípulos, foi o único que permaneceu próximo a mim no momento da dor, da agonia, do sofrimento. Enfim, foi a única testemunha ocular. Contudo, nem por isto passou a ser santo. Os outros covardemente fugiram e, portanto, não tinham autoridade para relatar algo que não testemunharam pessoalmente. Outrossim existem duas árvores genealógicas distintas para minha ascendência biológica. Qual das duas é a verdadeira? Ou será que existiram dois Cristo para que ambas tivessem validade? A partir do momento em que existe uma fissura, uma lacuna, um equívoco, todo o restante torna-se questionável. Em se tratando das coisas de DEUS, não pode haver paradoxo porque a lei divina é perfeita e eterna. O Evangelho foi escrito por homens impelidos por DEUS, mas que eram pecadores e não santos, pois estavam sujeitos a exageros e erros. Ao contrário não teriam fugido de mim no momento da agonia na cruz. Santo só é o SENHOR DEUS. Aliás, essa história de “são” Mateus, “são” Marcos, “são” Pedro, etc. não passa de invencionice da proscrita igreja romana.

Há ainda outros equívocos facilmente dedutíveis. Enquanto um dos evangelistas afirma que havia cinco mil homens, outro diz que havia cinco mil homens afora mulheres e crianças. De que forma, qual método ele usou para fornecer com tanta precisão este número, para identificar se os presentes eram homens ou mulheres? Ademais, geográfica e estatisticamente, é impossível que cinco mil pessoas pudessem ouvir-me sem que fosse instalado um sistema de som, o que naquela época sequer existia. Sei pela experiência que tenho quando falo ao povo nas praças públicas, pois me posto sempre no lugar mais alto e de lá observo o comportamento dos transeuntes. Os que estão mais afastados e não conseguem escutar-me, olham-me e tentam acercar-se almejando compreender minhas palavras. Não conseguindo, logo se retiram.

"Eu tenho para comer um manjar que vós não conheceis" (João c.4 v.32). É deste manjar que dei aos que estavam me escutando. Todos ficaram saciados, satisfeitos, jubilosos pela bênção celestial. Quanto aos cestos de pães que sobraram, isto fica por conta da imaginação, da fantasia, do delírio de quem escreveu. Por serem humanos, colocaram uma pitada folclórica no evento, transformando-o em história de pescador. Mesmo nesta existência, muitas vezes me reúno com pessoas ávidas em receber e assimilar meus ensinamentos, que permanecem quatro, cinco horas comigo e não têm fome. Elas são saciadas por este manjar vindo do céu diretamente através de mim, o manjar que tenho para comer e vós não conheceis. Quando fui conduzido ao deserto para jejuar, disse-me o demônio: “Se tu és o Filho de DEUS, manda que estas pedras se tornem em pães”. Eu lhe respondi: “Está escrito: nem só de pão viverá o Homem, mas de toda palavra que sai da boca de DEUS” (Mateus c.4 v.3 e 4). O maligno sempre pede provas.

Quanto a andar sobre as águas, quero deixar claro que andei sim sobre as águas, mas em espírito e não em carne e osso como deliram os energúmenos fariseus. Naquela época sucedeu assim e agora também. Certa vez eu estava na França e uma vizinha afirmou teimosamente a uma discípula presente na igreja que eu já havia voltado a Curitiba, posto que, ainda não havendo muros na casa do SENHOR, ela me vira subir a escada. O mesmo aconteceu em Belém do Pará. Uma mulher chamada Tina, esposa de Haroldo Pina, num momento de desespero invocou-me. Ela morava no segundo andar e viu-me entrar pela janela para abençoá-la. Obviamente que a visitei em espírito. O homem que me criou quando menino, Wilhelm Thais, na véspera de desencarnar, disse à sua companheira, Magdalena Thais: “Não penses que estou louco, mas eu vi INRI. Ele estava de pé aqui na porta do quarto, próximo à minha cama, com a túnica tão branca, muito mais branca do que quando ele veio nas outras vezes”. Nesta ocasião também ele me viu em espírito.

Em se falando de milagres de curas, nem sempre elas se manifestam cinematograficamente. Numa passagem bíblica, dez leprosos vieram ao meu encontro a fim de serem curados. Todos receberam a bênção e eu lhes disse: “Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes”. Aconteceu que, indo eles, ficaram limpos. Um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a DEUS em alta voz, e caiu com o rosto por terra dando-me graças. Este era samaritano. Eu lhe disse: “Não foram dez os limpos? Onde estão os outros nove? Não houve quem voltasse para dar glória a DEUS senão este estrangeiro?” (Lucas c.17 v.12 a 19). Efetivamente todos foram curados, mas um só veio agradecer. Por quê? Porque só um dos leprosos sentiu em seu interior que fora curado, posto que a cura não se produziu instantaneamente a olhos vistos. Na hora em que eles receberam a bênção, o mecanismo da cura se despertou em seu interior acionando o laboratório interno, no entanto só um deles percebeu.

DEUS não faz milagres por encomenda, não se curva ante a vontade de um ser humano, a exemplo do que sucedeu a Herodes. Ele esperava ver-me fazer algum milagre. Todavia, como não o fiz, junto de seus guardas desprezou-me e fez escárnio (Lucas c.23 v.8 a 11). O ALTÍSSIMO só se manifesta de acordo com a fé e as sinceras intenções do solicitante. E como, mesmo há dois mil anos, eu disse que “não há profeta sem honra a não ser em sua casa e em sua pátria”, por este motivo meu PAI não fez muitos milagres em minha antiga pátria por causa da incredulidade de meus conterrâneos (Lucas c.13 v.53 a 58). Os milagres feitos por encomenda fatalmente são caso de charlatanismo. Quem os opera são os lobos com pele de ovelha, os falsos profetas que enunciei antes de ser crucificado (Mateus c.24 v.5 e 24), impostores que se autonomearam pastores sem a unção de DEUS. Estes fazem prodígios e enganam a muitos, e enganariam até mesmo os eleitos se possível fosse. Mas como nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS, Ele permite que eles existam e imponham inúmeras fantasias ao povo que não faz parte do meu rebanho, até para ajudar-me na difícil missão de separar as ovelhas das cabras, ou seja, meus filhos de seus seguidores (“Serão congregadas todas as gentes diante dele, o qual separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos” – Mateus c.25 v.32).

Os milagres nem sempre podem ser vistos a olho nu, como no caso do paralítico que anda, ou do cego que passa a enxergar, ou do cataléptico que ressuscita, como o SENHOR já operou através de minhas mãos inúmeras vezes (ver Os Primeiros Milagres no livro DESPERTADOR 1ª parte). Quase sempre a cura de uma enfermidade se dá no interior de cada pessoa, como no caso dos cancerosos, dos que sofrem de úlcera ou mesmo um problema psíquico. Quando permaneci durante quinze dias no presídio “São José” por ocasião do ato libertário perpetrado no interior da catedral de Belém do Pará (ver livro DESPERTADOR 2ª parte), o Dr. Antenor Costa recebeu a bênção da parte de meu PAI e obteve a cura de leucemia (câncer no sangue). Ninguém sabia, mas ele e seu médico sabiam da enfermidade. Após proceder aos exames laboratoriais que constatavam a cura da doença, embora tenha sido impedido de dar testemunho público sobre minha identidade na TV Guajará (canal 4) sob ameaça de destituição do cargo de diretoria do hospital psiquiátrico, ele visitou-me na cela a fim de levar água de coco e um mosquiteiro de rede, uma vez que naquele presídio os detentos dormiam em redes.

Na verdade, o mecanismo da cura está dentro de cada ser humano, todavia repousa em letárgico sono. O milagre que meu PAI realizou e realiza através de mim é justamente despertar o que adormece dentro de cada um de vós.”

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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