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espada-de-dois-gumesEmboscada dos ídolos, perigosa e infalível armadilha de adoração

Só INRI CRISTO, com a divina espada de dois gumes (Apocalipse c.1 v.16), que abençoa e amaldiçoa, pode romper o cabresto da idolatria, cadeado do raciocínio (dogma) imposto à humanidade, na catequese do embuste, pela proscrita igreja meretriz romana. As estátuas cegas, surdas e mudas, intituladas “santas mães de deus”, não podem interceder junto ao ALTÍSSIMO, o Todo-Poderoso, a favor de quem quer que seja, porque elas, sendo cegas, não veem o sofrimento, as feridas, as misérias e as desgraças do povo; surdas, não ouvem o clamor do povo e mudas não transmitem palavras de bênçãos.

O que leva um ser humano a adorar uma estátua, uma “nossa senhora de Fátima”, uma “nossa senhora Aparecida”, uma “santa Rita”, etc? Somente o SENHOR DEUS, através de INRI CRISTO, poderá libertar o povo desta abominável escravidão, desta armadilha muito bem preparada, urdida pelos malignos inimigos da verdade, integrantes do principado das trevas. INRI CRISTO voltou a este mundo para libertar o povo cristão dos grilhões da idolatria, da fantasia e da mentira. Ele nos ensina a caminhar firmes sobre a terra, pisando na realidade, esfacelando todas as fantasias, a esquizofrenia que nos foi imposta. E só ele, por ser o Ungido de DEUS, pode, com a autoridade de Rei dos reis, julgar a humanidade.

Desde a infância somos enganados na fé, impelidos pelos falsos religiosos a adorar ídolos. Crescemos dentro da fantasia e da mentira. Os sacerdotes, traidores da causa divina, ensinam, na catequese do embuste, que não somos dignos de pedir algo diretamente a DEUS, porém, que devemos recorrer a um intermediário, os ditos “santos” (estátuas), a fim de que eles intercedam junto a DEUS para que nossos pedidos sejam atendidos. A fim de facultar a INRI CRISTO saber o que sente um idólatra, o SENHOR DEUS deixou-o ser criado por uma família católica. Neste ambiente, desde a mais tenra idade, experimentou na carne a crença nos ídolos.

Até os sete anos de idade, INRI CRISTO tinha um providencial problema de expressão verbal: ao pronunciar as palavras, não falava a consoante G; ele a substituía pela letra D. Exemplos: ao invés de galinha, ele dizia dalinha; galo, dalo... Havia, na vizinhança, uma septuagenária chamada Luzia e sua nora, Mariquinha, ambas de origem africana. Batiam palmas em frente ao portão da casa onde o menino INRI morava, chamavam-no e instigavam-no a pronunciar certas palavras, como fogo, foguete, fogão... É claro que saía um palavrão e elas se divertiam da sua inocência.

Wilhelm Theiss pedia a “nossa senhora” que intercedesse junto a DEUS, objetivando um milagre. Quando, nos anos 50, anunciaram a primeira visita ao Brasil da estátua dita madona (“nossa senhora de Fátima”), ele ajoelhou-se diante de uma boneca e reforçou o pedido. As rádios anunciaram a chegada da dita “nossa-senhora”. Nesse dia, pela manhã, o menino INRI passou a pronunciar corretamente as palavras. Wilhelm, católico fervoroso, catoliquê, carola, que participava aos domingos da farsa chamada missa e obrigava toda a família a acompanhá-lo em jejum, disse para a comunidade e principalmente ao “vigário”: “Olha, ‘nossa senhora’ fez um milagre. Agora o menino soltou a língua e fala corretamente”.

INRI CRISTO acreditou que tivesse ocorrido um milagre e passou, na ingênua ignorância, a ser um fervoroso idólatra. Nesta época, na inocência, com a mente repleta de fantasias que lhe inculcaram no ambiente católico onde vivia (“coelho bota ovo”, “papai noel é um velhinho bonzinho que traz brinquedo”, “a cegonha traz criancinhas no bico”...), pensava que o “papa” era só virtudes e que Pio XII viera diretamente do céu de tanto ouvir falar “santo papa”. Quando o “papa” morreu, INRI levou um baque e passou a compreender que se tratava de um ser mortal, um homem pecador igual aos demais. Ao elegerem João XXIII, viu ser um homem escolhido por outros homens e não um “santo”. Permaneceu entre a fantasia e a realidade, continuou frequentando os ritos católicos até que, em 1958, após a primeira comunhão, rompeu com sua antiga igreja (a romana, agora proscrita) no confessionário, na pessoa do Frei Roberto Hofman, não obstante continuou a acreditar nas estátuas.

Mais tarde, já adolescente, trabalhava como verdureiro. Num dia de sol, estava entregando verduras de bicicleta e passou por um rio chamado “Poço das Moças”, situado no bairro Garcia, em Blumenau – SC (foi-lhe dado este nome porque nesse local haviam morrido várias moças, devido a um redemoinho que engolia as pessoas). Não acreditando no perigo destas experiências, INRI CRISTO resolveu tomar banho e, logo ao entrar, foi sugado pela força da água que emanava daquele buraco.

Lembrou-se de todos que conhecia, como todos na hora da agonia do passamento se lembram. Pediu para a estátua de “nossa senhora de Fátima” que intercedesse junto a DEUS a fim de salvá-lo, dizendo: “nossa senhora de Fátima, ajude-me!” Ao terminar o pedido saiu nadando de costas. Deitou-se ao lado do rio e, a seguir, refeito do susto, agradeceu à estátua. Passou, então, a ajoelhar-se diante da estátua, solicitava-lhe que intercedesse junto a DEUS pelos seus pedidos. Por “coincidência”, morava atrás da igreja CRISTO REI, no Bairro da Velha, em Blumenau – SC, na frente da qual há uma gruta da “nossa senhora de Fátima”, onde frequentemente ajoelhava-se para fazer seus pedidos que, invariavelmente, eram atendidos.

INRI CRISTO presenciou ainda outros “milagres”. Wilhelm Theiss almejava ter uma filha e implorava à “santa Rita” (considerada pelos católicos como “santa do impossível”) que lhe mandasse uma menina. Caso a “santa” intercedesse junto a DEUS, em sendo aceito o seu pedido, ele daria o nome de Rita em sua homenagem. Ela nasceu no dia trinta de maio, em 1955. Deu-lhe o nome de Maria Rita, Maria em homenagem a “mãe de Deus” e Rita em agradecimento à “santa do impossível”.

Dois anos se passaram e a menina ficou doente, crupe diftérico. Na época não havia antídoto. Os médicos do hospital “santa Isabel” disseram para a família levá-la a fim de que fenecesse em casa. Vendo a descendente desenganada pelos médicos, Wilhelm Theiss ajoelhou-se diante da cama da criança, ainda no leito do hospital, e implorou à “santa Rita” dizendo-lhe que entregaria a menina em suas mãos a fim de que ela pedisse a DEUS o milagre da cura de sua filha. Se a “santa” atendesse o seu pedido, então colocaria uma estátua do tamanho da menina na igreja. Maria Rita sarou. Wilhelm Theiss comprou a estátua e colocou-a na igreja. Toda a comunidade ficou sabendo do “milagre”.

A estátua permaneceu neste local até a volta de INRI CRISTO ao Brasil, depois do jejum. Após o Ato Libertário praticado em Belém do Pará (ver livro DESPERTADOR 2ª parte), por “coincidência” o “vigário” devolveu-a à família Theiss. Quando INRI CRISTO chegou à casa de Wilhelm e Magdalena, estes, assustados com o ato que praticara, esconderam a estátua. Todavia, depois que o Filho de DEUS explicou-lhes sobre o pecado da idolatria, deixaram-no quebrá-la. Dentre as estátuas que havia na casa, a “santa do impossível” foi a última a ser quebrada porque, a princípio, ocultaram-na por considerá-la verdadeiramente milagrosa.

Presenciando tantos “milagres”, como deixar de crer nas estátuas? Eis a explicação de como acontecem os chamados “milagres”:

DEUS, bondoso e misericordioso, vê que o penitente solicitante é honesto e inocente no pecado da idolatria por haver sido enganado pelos perversos sacerdotes, traidores da causa divina que, vilipendiando a doutrina deixada por INRI CRISTO antes de ser crucificado, instituíram os dogmas (cadeados do raciocínio), ministrados na catequese do embuste.

Ao efetuar o pedido, o penitente projeta-o para o infinito, o qual, de acordo com o fervor da fé, de acordo com a contrição (simploriedade e humildade de cada solicitante), atinge o Cosmos e é atendido. Todavia, os sacerdotes ensinaram e ensinam que é a estátua a grande provedora dos ditos “milagres” e ensinam o povo a virar as costas para DEUS.

INRI CRISTO, antes de ser crucificado, ensinou-nos a orar em oculto diretamente a DEUS, dizendo: “PAI nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso Reino...” (Mateus c.6 v.9 e 10) / “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora a teu PAI Celeste. E teu PAI Celeste, que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa” (Mateus c.6 v.6). Ele não mandou rezar “santa Maria mãe de Deus” e não deixou em nenhum lugar escrito que DEUS, o Supremo CRIADOR do Universo, único ser incriado, único eterno, único ser digno de adoração e veneração, tem mãe, tampouco que devemos realizar cultos à idolatria, mas assim falou: “Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus c.16 v.18). E para que as portas do inferno não prevalecessem contra ela é que o SENHOR DEUS reenviou seu Filho a este mundo. INRI CRISTO voltou no intuito de desmascarar estes lobos com pele de ovelha, traidores da lei, que, durante muito tempo, proibiram o povo de ler a Bíblia, em cujo interior está explícito, dezenas de vezes, que é pecado adorar estátuas.

Na Bíblia há inúmeras advertências de que sábado é o dia do SENHOR e que a adoração de estátuas é abominável aos olhos de DEUS. Eis o que disse o SENHOR acerca da gravidade do pecado da idolatria:

“Eu sou o SENHOR, vosso DEUS; não fareis ídolos para vós, nem imagens de escultura... para adorardes, porque eu sou o SENHOR, vosso DEUS. Guardai os meus sábados... (os sacerdotes, traidores da causa divina, à revelia da lei, obedientes a Constantino, finado imperador romano, desde o ano 321 ensinam a guardar o domingo ao invés de sábado, que é o dia consagrado ao SENHOR). Se, porém, me não ouvirdes e não observardes todos os meus mandamentos... porei a minha face contra vós... Destruirei os vossos altos, e quebrarei as vossas estátuas. Vós caireis entre as ruínas dos vossos ídolos, e a minha alma vos abominará...” (Levítico c.26).

“O ídolo, obra das mãos humanas, é maldito... porque o culto dos ídolos é a causa, o princípio e fim de todo o mal” (Livro da Sabedoria c.14 v.8 e 27).

“Ficarão de fora do reino de DEUS os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira” (Apocalipse c.21 v.8 e c.22 v.15).

“Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; eu não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só a mim pertence” (Isaías c.42 v.8).

DEUS, o CRIADOR Supremo, onipotente, onisciente e onipresente, está em cada célula do nosso corpo. Assim sendo, quando ousamos nos ajoelhar diante de ídolos malditos, estamos, por ignorância ou prepotência, querendo ajoelhar DEUS diante das estátuas. Sendo DEUS onipresente, está até mesmo na estátua, porém em forma de maldição.

O procedimento digno de Wilhelm Theiss após a revelação da verdade sobre o Reino de DEUS por INRI CRISTO

Wilhelm Theiss, diversas vezes citado nesta circular, quando estava já com 72 anos, foi internado no Hospital Santa Isabel (o mesmo onde antes se ajoelhara pedindo milagres e interferência de estátuas para salvar a filha) devido a um infarto no miocárdio, consequência da campanha difamatória contra INRI CRISTO encabeçada pelo extinto Jornal Correio de Notícias de Curitiba, que culminou com a instalação de um tribunal de exceção e um processo por falsidade ideológica na Justiça Federal. No momento em que lhe trouxeram a “extrema unção”, ele a repudiou no leito de moribundo alegando que não queria comer esse pedaço de pão por não ter nenhum significado místico uma vez que o Filho de DEUS, CRISTO, estava de carne e osso na Terra, cujo nome novo é INRI CRISTO.

Diante disso, as freiras então determinaram que ele fosse fenecer em casa. Expulsaram-no do hospital em 02/01/1987. Mesmo no momento de sair ele manteve a dignidade, foi para casa e desencarnou três dias depois, em 05/01/1987, na sua residência em Blumenau, que se situa atrás da citada igreja denominada Cristo Rei. Solicitou à mulher e à filha que nenhum sacerdote viesse encomendar sua alma, exigindo que só INRI CRISTO fizesse o serviço religioso. Sobre sua lápide, INRI CRISTO mandou que assim se escrevesse, por ordem de DEUS, numa singela placa de mármore: “Aqui repousa o corpo do servo do SENHOR”.

Em sua simplicidade, inspirado, antes de desencarnar, escreveu a punho num pedaço de papel (encontrado por Magdalena Theiss em seus pertences pessoais e arquivado pela SOUST) a seguinte frase:

“Meu coração não palpita sem ser por INRI CRISTO e eu continuo pensando nisso”.

E também falou: “Agora que conheço a verdade, sei que santos não existem. Mas se existissem, todos teriam que se curvar perante INRI CRISTO”.

Magdalena Theiss, que desencarnou em 14/02/2011, outrossim repudiou a hóstia quando estava no leito de morte, na iminência do passamento, conforme relato da filha, Maria Rita.

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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