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tempoAssim falou INRI CRISTO:

“Há dentre vós, meus filhos, aqueles que porventura vêm a meditar em seus interiores: Mas se INRI CRISTO é o Filho de DEUS, o mesmo Cristo que crucificaram, então por que seu PAI não abre logo os olhos da humanidade a fim de que o reconheçam? Para estes é mister explicar o motivo pelo qual o ALTÍSSIMO ainda não abreviou o tempo de minha reprovação (“Mas primeiro é necessário que ele (o Filho do Homem) sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem” - Lucas c.17 v.25 a 35), ainda não permitiu que fosse rasgada a cortina negra do boicote imposto pela desinformação organizada desde 28/02/1982.

Por que dez ou quinze anos atrás o SENHOR não mostrou logo aos habitantes da Terra que sou CRISTO? Voltai aos tempos de Moisés e então sabereis. Meu PAI me enviara ao povo hebreu no intuito de libertá-lo da escravidão e opressão em que vivia. Após fadigosa luta, quebrada a resistência do faraó, livres do jugo, os israelitas peregrinaram durante quarenta anos no deserto, sujeitos a toda sorte de peripécias, vicissitudes e tiveram que esperar longo tempo até que eu regressasse do monte Sinai com as tábuas da lei. Há que se perguntar: por que DEUS não concedeu os dez mandamentos tão logo subi o monte, sem permitir que chegassem até a duvidar de minha integridade física?

Lembrai-vos, em primeiro lugar, que meu PAI não obedece a calendário, posto que Ele é o SENHOR do tempo, da vida, da paz e da guerra. E por ser onipotente, onisciente e onipresente, sabia que, dentre aqueles libertos do cativeiro no Egito, muitos não mereciam comer o leite e mel a jorrar da Terra Prometida. A fim de facultar-me discernir quem não merecia desfrutar do gozo, das benesses da posse, em sua bondade infinita só me entregou as tábuas da lei na hora certa, quando os prevaricadores já haviam descido a ladeira dos mortos-vivos no falso deleite da luxúria e idolatria. O tempo que demorei foi o suficiente para que eu retornasse e visse o bezerro de ouro construído na minha ausência. Só então pude constatar quantos traidores, conspiradores, idólatras, fracos, levianos e covardes habitariam a Terra Prometida sem serem dignos. Quando subi ao monte Sinai, se eu tivesse voltado no dia seguinte ou na semana seguinte com as tábuas da lei, por acaso teriam construído o bezerro de ouro? É óbvio que não.

Assim também é nos tempos atuais: se dez ou quinze anos atrás eu tivesse recebido no Reino de DEUS a imprensa do mundo inteiro e proclamassem aos quatro cantos da Terra que eu sou o Filho de DEUS, quantos seres malditos, covardes, conspiradores, traidores haveria na casa de meu PAI? DEUS, que é o SENHOR do tempo e do calendário, estabelece um bloqueio, Ele impede os inimigos de ver que eu sou CRISTO e faz com que o tempo seja o fiscal e verdugo com o qual arranca a máscara dos traidores, dando margem a que os covardes se revelem e mostrem como verdadeiramente são.

Na ocasião em que, aos 33 anos, pratiquei o ato libertário no interior da catedral de Belém do Pará, meu PAI dissera-me que, por causa daquele ato, jornalistas do mundo inteiro viriam visitar-me. Eu esperei que fosse naquela oportunidade o dia de glória do SENHOR, que o Reino de DEUS logo se consolidasse. Todavia, Ele não disse quando isto sucederia.

Após longos anos de amarga reprovação e boicote, eu vejo que se tivesse sido naquele tempo o dia de glória do SENHOR e meu PAI me revelasse a toda humanidade, então eu não teria tido a oportunidade de identificar quem é e quem não é digno de ser chamado de filho de DEUS. Todos os fariseus hipócritas que se dizem crentes e evangélicos viriam ajoelhar-se diante de mim e eu teria grande dificuldade de identificar os falsos cristãos.

Mas meu PAI, em sua bondade infinita, sabendo da minha difícil missão de separar as ovelhas das cabras (Mateus c.25 v.32 e 33), ou seja, discernir entre os humanóides integrantes deste mundo caótico e meus filhos (apenas 144 mil em toda dimensão terrestre - Apocalipse c.7 v.4), propicia que eu viva exilado na pátria que Ele deu-me como herança. E ainda fez com que eu voltasse como um ladrão (“Virei a ti como um ladrão e não saberás a que hora virei a ti” - Apocalipse c.3 v.3) a fim de fazer-me conhecer de perto o frio gélido da reprovação desta sociedade, neste século de corações duros.

Se algum dentre vós, meus filhos, me perguntasse se não poderia ter sido ontem o dia de glória do SENHOR, eu lhe responderia convicto que não. Amanhã, talvez? Ainda assim lhe diria que não era chegada a hora do SENHOR. Em verdade, em verdade vos digo: o dia e a hora, como eu bem vaticinei antes de ser crucificado, nem os anjos do céu sabem, nem o Filho do Homem sabe, mas só o PAI (Mateus c.24 v.36).

Todavia, enquanto perdura o tempo da tribulação (Lucas c.17 v.25 a 35), enquanto não é rasgada a cortina negra do boicote imposto pela desinformação organizada orquestrada por Roma desde 28/02/1982, lembrai-vos do que eu disse aos discípulos quando me perguntaram quem se salvaria: “Aquele que perseverar até o fim, este se salvará” (Mateus c.10 v.22). Meditai, outrossim, acerca do que está escrito no sagrado livro do Eclesiástico capítulo 2: “Sofre as demoras de DEUS, conserva-te unido a DEUS, e espera pacientemente para teres vantagem na tua sorte final.”

Queiram ou não as procelas humanas, a Estrela Resplandecente da Manhã brilhará e será vista em toda dimensão terrestre. Então dos escombros, das ruínas da reprovação, das cinzas da saga incendiária dos fariseus anticristo, ungido de poder e glória, o Filho do Homem emergirá e será reconhecido por toda a humanidade. E os componentes desta sociedade arcaica, iníqua, corrupta e moribunda verão que eu sou a luz do mundo, a verdade, a vida, o caminho eterno e que ninguém vem a meu PAI senão por mim (João c.14 v.6).

Muitos dirão naquele dia: “Ah, eu que o conheci pessoalmente e o desprezei... eu que o vi passar e fechei a janela... eu que, quando o vi desfilar, joguei lixo em seus seguidores... eu que blasfemei a sua passagem... eu que lati quando seus emissários bateram em minha porta...”. Cada um deles sentirá em seu interior a gravidade do pecado que cometeram contra o SENHOR e verão a justiça divina resplandecer no cumprimento das Sagradas Escrituras.”

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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