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O dogma da ressurreição física de Cristo tornou-se a base da fé cristã e é a grande pedra de tropeço que impede os seres humanos vislumbrar a verdade sobre INRI CRISTO, o Messias reencarnado. Uma vez esfacelado o dogma, o que sobra do Cristianismo? Vejamos o mito sem máscara. O vendaval da verdade desmorona os castelos de carta, as mentiras apregoadas em nome de Cristo há séculos. Esta revelação destina-se aos seres raciocinantes, que anseiam por liberdade consciencial.

Na mesma Bíblia onde dizem que estar "escrito" que Cristo ressurgiu fisicamente ao céu encontramos as provas de que a ressurreição não foi física e sim espiritual. Transcrevemos a seguir as principais citações dos Evangelhos que mencionam e demonstram nitidamente a ocorrência da ressurreição espiritual, conforme já nos explicitou INRI CRISTO à luz da coerência e da lógica. As fontes a que recorremos são: Bíblia dos Gideões Internacionais e Bíblia Católica, tradução da vulgata por Frei Matos Soares.

Na ocasião do que se relatou como sendo uma pesca milagrosa, o Senhor apareceu aos discípulos incorporado no físico alheio, e assim comeu pão e peixe com os discípulos. Eis os principais versículos do capítulo 21 do Evangelho de João que facultam a compreensão deste episódio:

A pesca milagrosa: Depois disto (quando entrou no recinto estando as portas fechadas e apareceu a Tomé) tornou Jesus a mostrar-se aos seus discípulos junto do mar de Tiberíades. Mostrou-se deste modo: estavam juntos Simão Pedro, Tomé, Natanael, os filhos de Zebedeu e outros dois de seus discípulos. Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe: nós também vamos contigo. Partiram e entraram numa barca. Naquela noite nada apanharam. Chegada a manhã, Jesus apresentou-se na praia; OS DISCÍPULOS TODAVIA NÃO CONHECERAM QUE ERA JESUS. Disse-lhes, pois, Jesus: Ó moços, tendes alguma coisa de comer? responderam-lhe: nada. Disse-lhes Jesus: Lançai a rede para o lado direito da barca e encontrareis. Lançaram-na, pois, e já não a podiam tirar, por causa da grande quantidade de peixes. Então aquele discípulo a quem Jesus amava (João) disse a Pedro: É O SENHOR. Simão Pedro, ao ouvir dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu), e lançou-se no mar. Os outros discípulos foram com a barca tirando a rede cheia de peixes. Logo que saltaram em terra, viram umas brasas preparadas e um peixe em cima delas, e pão. Disse-lhes Jesus: Trazei dos peixes que agora apanhastes. Subiu Simão Pedro (à barca), e tirou a rede para terra, cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes. E, sendo tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: vinde, ceai. NENHUM DOS DISCÍPULOS OUSAVA PERGUNTAR-LHE: QUEM ÉS TU? SABENDO QUE ERA O SENHOR. Aproximou-se Jesus, tomou o pão, deu-lho igualmente do peixe. Foi esta já a terceira vez que Jesus se manifestou a seus discípulos, depois de ter ressurgido dos mortos”.

O Senhor apareceu incorporado num corpo alheio e assim comeu com os discípulos. É de se notar que a princípio os discípulos não perceberam que era o Senhor (por que não perceberam?), depois só o discípulo a quem Jesus amava percebeu (João, que notadamente nas Escrituras era o que lhe tinha mais intimidade e o único que permaneceu fiel no momento da crucificação). João relatou o que viu a Pedro, que foi vestir-se por respeito ao Mestre. E por fim, provando que ele estava usando um corpo alheio para aparecer aos discípulos, as Escrituras dizem claramente que os discípulos não tinham certeza de tratar-se do Senhor, pois nenhum deles OUSAVA PERGUNTAR-LHE quem era ele, sabendo ser o Senhor conforme lhes havia avisado João. Aí encontra-se a prova clara, nítida, veemente de que ele manifestou-se espiritualmente aos discípulos utilizando o corpo físico de outrem.

Vale mencionar também a primeira vez de sua aparição, que foi a Maria Madalena incorporado no jardineiro, pois menciona-se acima que “era já a terceira vez que Jesus se manifestou a seus discípulos depois de ter ressuscitado dos mortos”. A primeira a Maria Madalena, a segunda aos discípulos juntos de Tomé e a terceira na pesca milagrosa. A aparição a Maria Madalena está no capítulo 20 versículos 1 a 17 do Evangelho do mesmo João (cujos relatos a respeito da crucificação devem ser considerados os mais claros e confiáveis, pois ele foi testemunha ocular, tinha autoridade para registrar os fatos). Segue a transcrição do trecho bíblico a fim de melhor elucidar a explicação a posteriori.

Jesus aparece a Maria Madalena: No primeiro dia da semana, foi Maria Madalena ao sepulcro, de manhã, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. Correu, pois, foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde o puseram. Partiu então Pedro com o outro discípulo e foram ao sepulcro. Corriam ambos juntos, mas o outro discípulo corria mais do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. Tendo-se inclinado viu os lençóis postos no chão, mas não entrou. Chegou depois Simão Pedro, que o seguia, entrou no sepulcro, viu os lençóis postos no chão... Então entrou também o outro discípulo que tinha chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu. Com efeito, ainda não entendiam a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. Voltaram, pois, outra vez os discípulos para sua casa. Entretanto, Maria Madalena conservava-se da parte de fora do sepulcro, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para o sepulcro, e viu dois anjos vestidos de branco, sentados no lugar onde fora posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Eles disseram-lhe: Mulher, por que choras? Respondeu-lhes: Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram. Ditas estas palavras, VOLTOU-SE PARA TRÁS E VIU JESUS: DE PÉ, MAS NÃO SABIA QUE ERA JESUS. Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem procuras? ELA, JULGANDO QUE ERA O HORTELÃO, disse-lhe: Se tu o levaste, dize-me onde o puseste; eu irei buscá-lo. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe em hebraico: Rabbouni! (que quer dizer Mestre). Disse-lhe Jesus: Não me toques, porque ainda não subi para meu PAI, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu PAI e vosso PAI, meu DEUS e vosso DEUS. Foi Maria Madalena dar a nova aos discípulos: Vi o Senhor e ele disse-me estas coisas”.

Aí está bem nítido que o Senhor estava incorporado no hortelão, motivo pelo qual a princípio Maria Madalena não viu que era o Senhor e só mais tarde, ao abordá-lo, ela o reconheceu. Esses três versículos mencionados estão no Evangelho de João, que, conforme já mencionado, é o mais verossímil de todos.

Já que conhecimento não ocupa espaço, não é demais citar o relato dos discípulos de Emaús no Evangelho de Lucas, que também mostra de forma nítida como ocorreu a aparição do Senhor incorporado no físico alheio. São transcritos a seguir os versículos 13 a 35 do capítulo 24 do referido Evangelho.

Discípulos de Emaús: Eis que, no mesmo dia (o dia em que as mulheres e Pedro foram ao sepulcro), caminhavam dois dos apóstolos para uma aldeia, chamada Emaús, que estava à distância de Jerusalém sessenta estádios. Iam falando um com o outro sobre tudo o que se tinha passado. Sucedeu que, quando eles iam conversando e discorrendo entre si, APROXIMOU-SE DELES O PRÓPRIO JESUS e caminhava com eles. OS SEUS OLHOS, PORÉM, ESTAVAM COMO QUE FECHADOS, DE MODO QUE NÃO O RECONHECERAM. Ele disse-lhes: Que conversas são essas que ides tendo pelo caminho, e por que estais tristes? Respondendo um deles, chamado Cléofas, disse-lhe: SÓ TU ÉS FORASTEIRO EM JERUSALÉM, QUE NÃO SABES O QUE ALI SE TEM PASSADO ESTES DIAS? Ele disse-lhes: Que é? Responderam: Sobre Jesus Nazareno, que foi um varão profeta, poderoso em obras e em palavras diante de DEUS e de todo o povo; e de que maneira os nossos príncipes dos sacerdotes e os nossos magistrados o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Ora, nós esperávamos que ele fosse o que havia de resgatar Israel; depois de tudo isto, é já hoje o terceiro dia, depois que estas coisas sucederam. É bem verdade que algumas mulheres, das que estavam entre nós, nos sobressaltaram, porque, ao amanhecer, foram ao sepulcro, e não tendo encontrado o seu corpo, voltaram dizendo que tinham tido uma aparição de anjos, os quais disseram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam como as mulheres tinham dito, mas não o encontraram. Ele disse-lhes: Ó estultos e tardos do coração para crer tudo o que anunciaram os profetas! Porventura não era necessário que o Cristo sofresse tais coisas e que assim entrasse na sua glória? ... Aproximaram-se da aldeia, para onde caminhavam, e ele fez menção de que ia para mais longe. Mas eles o constrangeram, dizendo: fica conosco, porque faz-se tarde e o dia declina. Entrou para ficar com eles. ACONTECEU QUE, ESTANDO COM ELES À MESA, TOMOU O PÃO, BENZEU-O, PARTIU E LHO DAVA. ABRIRAM-SE-LHES OS OLHOS E RECONHECERAM-NO; MAS ELE DESAPARECEU. Disseram um para o outro: Não é verdade que nós sentíamos abrasar-se-nos o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras? Levantando-se na mesma hora, voltaram para Jerusalém. Encontraram juntos os onze e os que estavam com eles, os quais diziam: Na verdade o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão. E eles contaram o que lhes tinha acontecido no caminho E COMO O TINHAM RECONHECIDO AO PARTIR O PÃO.”

Mais uma vez está claro, evidente que o Senhor apareceu em espírito, desta feita, porém, usando o corpo do forasteiro. Os discípulos só o reconheceram ao partir o pão, pois ele tem uma forma especial, peculiar de praticar este gesto sublime. E ainda há mais um trecho no Evangelho segundo Marcos (cuja cronologia está um pouco diferente em relação à de João, todavia merece crédito), capítulo 16 versículos 9 a 14, transcrita a seguir:

“Ora (Jesus), tendo ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios. Ela foi noticiá-lo aos que tinham andado com ele, os quais estavam aflitos e chorosos. Tendo eles ouvido que ele estava vivo e que fora visto por ela, não acreditaram. Depois disto, MOSTROU-SE SOB OUTRA FORMA A DOIS DELES, ENQUANTO IAM PARA A ALDEIA, os quais foram anunciar aos outros, que nem a estes deram crédito. Finalmente apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a sua incredulidade e dureza de coração, por não terem dado crédito aos que o viram ressuscitado”.

Já no Evangelho segundo Mateus, e unicamente nele, apesar de apresentar algumas contradições em relação a outros Evangelhos quanto aos relatos pós-crucificação, há uma passagem mui peculiar que, sob o olhar desatento e sem critério investigativo, poderia ser considerada mais uma justificativa para a possível ressurreição física de Cristo (ou então para dar asas à imaginação e ao delírio de que após a crucificação Cristo desceu da cruz, juntou-se a Maria Madalena e foi viver o resto de seus dias na Índia, onde teria tido filhos e filhas). Eis o que segue no capítulo 28 v.11 a 15:

“Enquanto as mulheres iam a caminho, eis que foram à cidade alguns dos guardas e noticiaram aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tinha sucedido. Tendo-se eles congregado com os anciãos, depois de tomarem conselho, deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: Dizei: Os seus discípulos vieram de noite e, enquanto nós estávamos dormindo, o roubaram. Se chegar isto aos ouvidos do governador, nós o aplacaremos e estareis seguros. Eles, recebido o dinheiro, fizeram como lhes tinha sido ensinado. E esta voz divulgou-se entre os judeus (e dura) até o dia de hoje”.

Analisando esta passagem com espírito crítico, longe de possibilitar a ressurreição física, ela está dizendo claramente que o corpo de Cristo deveras foi recolhido pelos seus seguidores e conduzido a uma sepultura anônima. Se simplesmente seguirmos a ordem contrária da narrativa, chegamos ao seguinte raciocínio: entre os judeus, e consequentemente entre os romanos, ficou conhecido que Cristo não ressuscitou fisicamente e que o corpo foi transportado pelos seus seguidores e sepultado num lugar anônimo, pois os próprios soldados confessaram que haviam dormido. Os soldados romanos designados para cuidar do sepulcro, mesmo havendo descumprido o dever de permanecer vigilantes a noite toda, não foram castigados pelo governador. Os fiéis (e as fiéis) servos (as) de Cristo, que estavam à espreita do sepulcro, aproveitaram a ocasião e removeram a grande pedra a fim de resgatar o corpo do mestre. Quando se mencionou no relato do evangelista que os soldados congregaram-se com os sacerdotes e receberam uma grande soma de dinheiro para dizer estas coisas, na verdade essa foi uma dedução que só o próprio evangelista poderia ter formulado (ou foi algum acréscimo introduzido no Evangelho alguns séculos mais tarde), por dois motivos:

1º) ele só poderia mencionar este conchavo com tantos detalhes se tivesse testemunhado pessoalmente a transação entre os soldados e os sacerdotes, o que na época teria sido simplesmente inviável considerando sua condição de discípulo e cristão; se nem mesmo na hora da crucificação Mateus esteve presente e ainda assim escreveu algumas fantasias a respeito, quanto mais o poderia ter escrito em outras circunstâncias!;

2º) se os sacerdotes realmente tivessem feito tal negociata com os soldados, seria de forma sigilosa, discreta, imperceptível, inacessível ao conhecimento do público; não se pode menosprezar tanto assim a inteligência justo dos que conseguiram armar uma cilada para entregar o Filho de DEUS ao poder de Roma no afã de executá-lo e eliminá-lo de cena.

Portanto, ao invés de justificar o desaparecimento do corpo de Cristo do sepulcro e dar margem à crença na ressurreição física, essa passagem bíblica confirma o fato de que ele deveras foi conduzido a uma sepultura anônima, longe da sessão de escárnios e deboches que perduravam mesmo depois da crucificação e conseqüente desencarnação. Na verdade, aos olhos do Império Romano, Cristo foi apenas mais um homem crucificado como milhares de outros a seu tempo; embora fosse considerado por muitos um profeta e tivesse influenciado a sociedade da época, não tinha algo tão especial que o diferenciasse dos demais e impedisse sua execução. Prova disso é que só em 325, no Concílio de Nicéia, por questões meramente políticas, sacerdotes humanos e pecadores, apoiados pelo imperador Constantino, decidiram que Cristo era DEUS. Esse procedimento humano foi o instrumento usado pela proscrita igreja romana (a maretriz do Apocalipse c.17) para aumentar seu poder político e exercer maior poder psicológico sobre o povo cristão no intuito de saciar sua irrefreável ambição de dominar e manipular as massas a qualquer custo.

INRI CRISTO nos ensina a ler e analisar as Sagradas Escrituras com espírito crítico, com olhar perspicaz e investigador, sempre pedindo ajuda e inspiração de DEUS para compreendê-la, ao contrário estaremos fadados ao fanatismo. Ler a Bíblia requer a utilização do raciocínio coerente a fim de esquivar a mente do fundamentalismo ideológico, que alimenta a crença no dogma e afasta os seres humanos da avassaladora verdade. A ressurreição tal qual é ensinada até hoje pelas denominações ditas cristãs (ressurreição física num corpo glorificado) é por completo equivocada e pode ser perfeitamente esclarecida à luz da Bíblia (conforme o acima exposto), da razão, da ciência e da história, como se demonstra a seguir.

À luz da razão e da ciência, do “cientificamente falando”, não é possível um corpo físico subir ao céu sem o auxílio de um equipamento propíciol, pois contraria a natural lei da gravidade, que atrai os corpos à superfície terrestre (e sem a qual seria inviável o desenvolvimento de vida na Terra). Além disso, no espaço sideral a temperatura confina zero absoluto, ou seja, 273°C negativos, não existe ar para respirar nem nutrição para alimentar um organismo. E só os seres mórbidos, sanguinários, cruéis, impiedosos e ignorantes seriam capazes de exigir que Cristo carregasse eternamente as marcas de ódio dos inimigos, que voltasse do céu com um corpo brutalmente chicoteado, escoriado, castigado pela asfixia, repleto de dilacerações e marcas de tortura (conforme é possível atestar através do Sudário, relíquia histórica autêntica preservada pelas mãos da Divina Providência, registro indelével do estado em que foi deixado o corpo do Filho de DEUS após a crucificação).

No contexto da história também podemos encontrar o esclarecimento. Já nos primeiros séculos da era cristã, os imperadores romanos, a começar por Constantino, perceberam que teriam muitas vantagens no campo econômico e político se, ao invés de perseguir os cristãos, agregassem o cristianismo como religião oficial do império romano. No afã de não perder os pagãos e mais facilmente converter os novos súditos, trataram logo de fundir os cultos, crenças e rituais pagãos à religião cristã. A transformação do Cristianismo em religião oficial do Império Romano, a introdução do culto de imagens, a mudança do dia de descanso de sábado para domingo (o Dies Solis dos pagãos), as missas e festividades, os títulos eclesiásticos, a suntuosidade dos templos, a crença na ressurreição física das divindades (a exemplo de Hórus e Osíris), entre outras, foram mudanças introduzidas no seio do cristianismo como forma de fundir as duas religiões e assim aumentar consideravelmente o número de súditos romanos e o poder político de Roma. Os cristãos que ousavam permanecer fiéis aos ensinamentos deixados pelo Filho de DEUS eram perseguidos, torturados, massacrados e até mortos. O tribunal da satânica Inquisição (atual Congregação para a Doutrina da Fé) foi instituído como o mais cruel, perverso e diabólico instrumento de repressão, manipulação e dominação do povo cristão. Mesmo que se levantassem vozes em nome da justiça, da verdade e da fidelidade às palavras de Cristo, elas eram sufocadas por este terrível instrumento de abusos e desmandos conduzido durante séculos pela igreja católica apostólica romana, em nome de DEUS!

Quando Lutero e Calvino surgiram no século XVI para encabeçar a Reforma Protestante, eles foram os precursores de todas as atuais facções cristãs evangélicas e pentecostais. Mas como não eram perfeitos e sim seres humanos, infelizmente herdaram alguns equívocos da igreja católica (até porque eram remanescentes dela) e transmitiram esses equívocos à posteridade, dentre os quais a crença no dogma da ressurreição física de Cristo. Essa é a verdade histórica e irrefutável. Mas como nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS, os evangélicos (herdeiros do protestantismo) estão cumprindo uma importante missão ao enfraquecer cada vez mais a proscrita igreja romana (meretriz do Apocalipse c.17), que será inexoravelmente extinta pelo verdugo divino chamado tempo. A árvore enferma está secando e em seu lugar viceja a SOUST – Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade, a boa árvore plantada pelas mãos inefáveis do ALTÍSSIMO no histórico 28/02/1982, na formação de um só rebanho e um só pastor (João c.10 v.16).

Portanto, à luz da lógica acima exposta, a ressurreição física de Cristo consiste meramente em mais um engodo dogmático sem qualquer validade eclesiástica. A história vem tão somente a confirmar este fato.

Discípula Adeí Schmidt
Assessora de Comunicação da SOUST

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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