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Assim falou INRI CRISTO:

“A liberdade consciencial é a única genuína, viável, a única liberdade que se pode desfrutar. Durante as diversas vezes em que estive encarcerado, tive a ocasião de perceber quando as pessoas sonhavam ardentemente com um alvará de soltura, e por isso viviam procurando advogados a fim de realizar o intento. Elas pensavam que ao conseguir o referido documento assinado por um juiz, por fim seriam livres. Ilusão! Não, meus filhos, a liberdade consciencial é a única que existe, logo, mesmo estando no cárcere, o ser humano pode ser livre sim, se conseguir libertar a mente dos grilhões, das amarras, das prisões conscienciais.

Atualmente muitos casais sentem-se arrependidos do matrimônio e lamentam-se no cotidiano: ‘Ah, meu DEUS! E agora, o que fazer?’ Perguntam-se em seus interiores como proceder diante das chantagens, das ameaças, do enfrentamento no tribunal, ao ouvirem o cônjuge dizer: ‘Não quero o divórcio, não te dou nada! Se tu quiseres, somente assino o divórcio se tu me deres todos os bens materiais’. Esses são os verdadeiros encarcerados. Outrossim, nessas circunstâncias, pensam: ‘A minha mulher finalmente disse que vai assinar o divórcio, aí eu serei livre!’ Quereis dizer que durante todo o tempo em que estivestes casados e sendo chantageados, fostes prisioneiros? Em verdade vos digo, jamais vos deixeis aprisionar, pois se conseguirdes libertar a vossa consciência, podereis viver no mesmo ambiente de vossos cônjuges e manter a harmonia no seio familiar. Conheço vários casos em que os cônjuges mantiveram a convivência enquanto aguardavam a decisão judicial. É possível sim, basta manter a mente livre.  Então, a única forma de usufruir da liberdade enquanto não é possível desatar as amarras, no caso dos nubentes que se arrependeram do compromisso e perceberem que fizeram um mau negócio, é vivenciar a liberdade consciencial, a única e verdadeira liberdade. 

Por outro lado, uma pessoa pode ser ideologicamente escrava, posto que se tornou escrava de um pensamento, de um sistema de governo, neste caso, podendo até ‘morrer’ por aquele sistema. Várias pessoas já ‘morreram’ na América Latina e no mundo devido à escravidão ideológica. Eis a prisão consciencial, a prisão da mente.

A liberdade consciencial consiste tão somente em manter o espírito livre, e consequentemente, não ser escravo da matéria, posto que todos vós estais encarcerados fisicamente no vosso veículo cela, que é o vosso corpo.  Uma pessoa tetraplégica, por exemplo, estando numa cadeira de rodas, pode vivenciar a liberdade consciencial. Ao tomar consciência de DEUS, sabendo que o espírito não é aprisionável, ela pode sair daquela cadeira de rodas, andar por diversos lugares e depois retornar ao corpo físico. Igualmente acontece quando adormeceis: vossos espíritos saem, afastam-se do vosso corpo, viajais para diversas cidades, visitais pessoas que nem conheceis e depois retornais. Essa é a liberdade única viável, a liberdade espiritual, uma vez que a liberdade física, antes do passamento, é uma quimera, um engodo, uma fantasia

Certa feita, na França, em Alençon, Martine, a esposa do meu seguidor Chrétien, disse: ‘Veja bem, INRI, ele odeia muito o patrão.’ Daí eu perguntei: ‘Mas por quê? O que o chefe dele fez?’ E ela continuou: ‘O chefe não faz nada, por isso ele o odeia! O chefe é o gerente do banco e ele é o auxiliar direto. O patrão não faz nada, ele é quem faz tudo, e no final do mês o patrão é quem ganha um salário polpudo, quem leva vantagem.’ Então, após esse colóquio com a esposa dele, quando o reencontrei pessoalmente, disse-lhe: ‘Meu filho, pare de odiar o teu chefe, esta é a única solução, sabendo que nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS. Quando cessares de odiar, tu serás elevado a um posto equivalente ou até mais elevado. Mas não será onde agora se encontra o teu chefe, não será desejando que ele desencarne a fim de ocupares o lugar dele, o que consiste em violar o décimo mandamento, e sim numa outra agência, em outro lugar. Assim, conseguirás ver e sentir na carne como é vivenciar com um auxiliar que almeja substituí-lo, chegando ao ponto de odiar o superior hierárquico.’ Um ano depois eu o reencontrei em Rouen, quando já estava posicionado como chefe. E Martine me disse que ele só conseguiu se libertar do ódio que sentia pelo patrão, após conscientizar-se de que precisava se desvencilhar daquele sentimento a fim de viver em paz. É relevante lembrar que existem milhares de casos semelhantes espalhados por todo o Brasil e pelo mundo, nos quais a pessoa sente ódio do chefe, uma vez que este se encontra na posição hierárquica que desperta os instintos mais primitivos, olvidando-se de que ele se encontra naquela condição superior devido às circunstâncias peculiares de sua existência terrena. 

Na política, embora os ministros, os governantes estejam no topo do poder, muitos são nomeados sem o conhecimento básico para exercer a função, e então os auxiliares controlam as atividades. Dessa forma são feitas as nomeações políticas na atual conjuntura. Por exemplo, o Brasil teve um ministro da saúde que não era médico, e segundo me consta, ele fez uma boa administração. Embora ele não fosse médico, aprendeu no ambiente de trabalho a observar o andamento do processo administrativo e outros, logo, soube pensar e agir de acordo com as necessidades a serem atendidas. 

Quando fui detido por ocasião do Ato Libertário em 28/02/1982, que culminou com a instituição do Reino de DEUS na Terra, oficializado pela SOUST, permaneci quinze dias no Presídio São José e vários advogados ofereceram seus préstimos a fim de defender-me. Todavia, eu os rechacei, dizendo: ‘Eu não estou preso; estou apenas descansando de acordo com a vontade de meu PAI, SENHOR e DEUS. Vós sois prisioneiros de vossos medos, de vossas misérias, de vossos vícios, de vossas angústias, de vossas ambições... Quando chegar minha hora de sair daqui, se não abrirem aquela porta, meu PAI derrubará esta parede...’

Lembrai, meus filhos, se permitirdes que os problemas vos aprisionem, eles tornar-se-ão vosso encarceramento cotidiano. Buscai a liberdade verdadeira, a liberdade consciencial, a única genuína. E não penseis que a liberdade consiste em se livrar dos problemas, do cárcere, da cadeira de rodas, das dívidas. A única forma de liberdade que existe é pairar, ascender acima desses obstáculos, acima dessas amarras. Administrai vossos problemas, mantendo-vos acima deles. Se tiverdes que conviver com uma pessoa que não gostais, não podeis vos sentir encarcerados! Não podeis ter essa pessoa como vosso carcereiro! Elevai-vos acima do vizinho, do patrão, de quem quer que seja. 

Reitero uma vez mais: a verdadeira e única liberdade é a consciencial; o restante é um engodo, uma fantasia. Podeis até pensar: ‘Ah, eu serei livre!’ Em verdade vos digo: continuareis prisioneiros, patinando no cárcere de vossas mentes, enquanto não libertardes as vossas consciências. Assim como o inferno é nas vossas cabeças quando estais vivendo fora da lei, o paraíso é nas vossas cabeças, no vosso interior, quando estais vivendo dentro da lei. 

Quando o ser humano refugia-se no regaço de DEUS, pairando acima dos problemas, das vicissitudes, ele encontra a liberdade genuína. Iluminado, inspirado pelo ALTÍSSIMO, paira num patamar acima de todo e qualquer obstáculo. Ao encontrar a solução para os grilhões, ele começa a confeccionar a chave das algemas; com paciência e determinação, remove as amarras. Finalmente conquista a mais preciosa dádiva inerente ao ser humano, a liberdade de consciência.”

Brasília, 13 de março de 2015.

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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