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05.07.04


PARÁBOLAS - UMA PEQUENA PAUSA PARA ESCLARECER O POVO INCULTO.

Descobri que o Mestre INRI sempre tem razão.

Tive um pequeno vislumbre dessa luz ao ver que, respondendo à percuciente, complexa e instigante indagação formulada por Dom Gustavo, qual seja, a de como seria a aparência do Capeta, o Mestre, com sagacidade, observou que Asmodeu não se tratava de um "macaco com chifres".

Eis aí um fato de que sempre desconfiei. Macaco com chifres, como muita gente já deve saber, sou eu quando me é dada a raríssima graça de namorar alguma boa moça de família. E, embora não me considere propriamente um santo homem, tendo a acreditar que, de fato, não sou o Capeta.

Convencido da santa sabedoria do santo homem (ou, melhor dizendo, do Filho do Homem lá de cima), debrucei-me sobre uma das obras do Mestre, o famoso "O Despertador", a fim de estudar com profundidade seus ensinamentos. E outra vez fui obrigado a concordar com o INRI: deveras, somente um ignóbil teria a petulância de entrevistar o Mestre sem o devido conhecimento de sua obra literária.

A santa bronca que tomamos do santo homem ao perceber que não tínhamos nos instruído o suficiente antes de ir ter com ele é mais do que justificada. Mais um pecado que vou ter de explicar ao Pai do INRI. Conforme vou me instruindo nas verdades do espírito, vejo que, no meu caso, só uma eternidade no inferno vai ser pouco.

Sendo eu um caso mais do que perdido, num ato de desprendimento e bondade, compartilho com os poucos que se dignam a ler esta pequenina confissão as revelações místicas do Messias - também na esperança, é claro, de suavizar a minha conta negativa com o Homem lá de cima, o Pai do INRI.

Se o Capeta, como sempre desconfiei, não é um macaco chifrudo, qual seria a razão pela qual ele deve ser temido? O próprio INRI, ainda na resposta a Dom Gustavo, foi enfático: Belzebu age no "sistema neuronial".

E daí me pergunto outra vez: se eu não sinto nenhuma força estranha a guiar meu sistema neuronial, como é que o Desgraçado me faz cometer tantos pecados, a ponto de já estar plenamente consciente de que, daqui pra frente, nem setenta anos de trabalhos forçados num asilo de morféticos tuberculosos vão me livrar do castigo eterno?

A resposta está na "Parábola da Escada de Sabão" (O Despertador, 4ª ed., 1.996, pág. 142).

Explica o Mestre que a tentativa de evolução do símio rumo ao reino dos céus é similar ao ato de subir, "degrau por degrau", uma escada "propositalmente" feita de sabão - coisa que, convenhamos, não é das mais fáceis, além de propiciar tombos dignos de um pastelão. Que o INRI me desculpe, mas o Pai dele tem um senso humor, para dizer o menos, discutível.

Se subir numa escada de sabão já não é prática que a boa prudência recomenda, a situação fica ainda mais complicada quando o Capeta entra em cena. Sim, porque, afora a dificuldade natural desse estranho e radicalíssimo esporte, "o cruel e impiedoso demônio urina na escada", "gargalhando" ao ver "a vítima despencar". É muita maldade. Vai mijar assim lá no raio que o parta.

Constatada essa óbvia verdade, a coisa mais natural a fazer para se livrar das artimanhas do Canhoto, segundo ensina o Mestre, "é descobrir de que maneira ele consegue urinar na escada". De fato, se estou a subir uma escada de sabão e vejo que um desgraçado está a mijar-lhe nos degraus, minha reação natural é, como diz o INRI, perguntar: "ele chega sorrateiramente pelas costas? De frente, quiçá hipnotizando a vítima incauta? Pelo lado direito ou esquerdo?". Eis aí uma questão de suma importância.

O Filho do Homem, porém, avisa que tais perguntas são pura perda de tempo - e de alguns dentes também, conforme a gravidade do tombo. E adverte que, ainda que o povo passasse "noites, semanas, meses" tentando saber de onde vem o mijo do Capeta, tudo isso seria em vão. Porque, em bombástica revelação, o Mestre afirma que o Capeta, "incorporado em vós, utiliza o vosso aparelho de urinar para molhar a escada". Filho da puta.

Agora, além de ver dominado meu sistema neuronial, descubro que também tenho dominado o meu sistema mijorial.

Ao final da "Parábola da Escada de Sabão", o INRI explica que, na verdade, o ato de mijar significa as más obras que fazemos, resultado da dominação, pelo Capeta, do sistema neuronial. A solução para controlar o mijo? Vigiar, responde o Mestre, explicando que "só assim" se pode evitar que Satanás acabe "penetrando em vosso canal de pensamento, ministrando suas idéias negativas". E daí eu me pergunto: como é que vou saber, antes de me esborrachar pelo chão, se os pensamentos que chegam ao meu sistema neuronial são produzidos pelo Capeta ou são produzidos por mim mesmo?

Admito, envergonhado, que acho que não entendi bem a "Parábola do Sabão". Vou precisar revisitar essa obra.

O que foi mais fácil de entender - apesar de não menos surpreendente e gratificante - foi a revelação de que Simão Pedro também está entre nós.

Sim, aquele mesmo cabra que, quando a casa caiu pro INRI, arregou feio para os soldados romanos, dizendo algo do tipo: "Jesus? Nunca vi esse cara na minha vida, nem sei do que vocês estão falando. Agora, por gentileza, me dêem licença, que eu preciso trabalhar."

Simão Pedro reencarnou na excelentíssima figura do "Dr. Edson Centarini, ex-delegado de polícia" e "ex-juiz de direito" (ob. cit., pág. 76). O Doutor Edson, ao que se vê, trocou a estabilidade do funcionalismo público nestas paragens pela estabilidade da eternidade lá do outro mundo, na condição de chegado do Filho do Homem. Muitas críticas podem ser feita ao velho Pedro, mas jamais a de que ele não tem vocação para arrumar bons empregos.

O que mais me chamou a atenção, contudo, foi a incontestável forma pela qual se deu a revelação da verdadeira identidade do Doutor Edson - ou Doutor Pedro, agora já não sei mais. Foi um "fato meio estranho", como ele mesmo admitiu.

Numa a viagem a São Paulo em companhia do INRI e de mais um pessoal, o Doutor Pedro, no quarto do hotel em que se hospedou, tomou um belo banho, botou um "terno limpo e prateado" e foi dar uma palavra com o Mestre.

Na presença do INRI, percebeu que "havia uma mancha de sangue de uns três centímetros de diâmetro na região da virilha". Assustado, o Doutor Pedro voltou ao banheiro e, mesmo vendo que a "cueca estava toda ensanguentada", "Não havia em meu corpo, em parte alguma, nenhum ferimento!".

Depois de tirar a "cueca suja", Sua Excelência removeu o sangue das "coxas". E o mais inacreditável de tudo: ao se vestir para ir ver novamente o Mestre, ele constatou que "minha cueca estava limpíssima na hora em que eu a vesti"!!!

Era o milagre da cueca, acrescento eu.

Depois do milagre da cueca, o próprio INRI disse ao Doutor Pedro que essa era a prova de que ele seria o Edson, ou melhor, disse ao Doutor Edson que ele seria o Pedro.

E, diante de tão insofismável "prova física", como duvidar daquela realidade? Rendido a tão concretas evidências físicas, o próprio Doutor Pedro responde: "INRI Cristo me disse e eu acredito. Eu sou a reencarnação de Simão Pedro". De fato, ninguém poderá provar o contrário, principalmente após o inarrável milagre da cueca.

Infelizmente, parece que nosso velho conhecido Simão Pedro não tem lembranças do seu passado bíblico. Só espero que ele não arranque a minha orelha com uma espada, como fez com um outro vagabundo naquela sua encarnação.


mundo simio 14
 

Esse livreto mostra a peleja do INRI em Roma. Depois de ter sido surpreendentemente mal recebido em Roma, o Mestre voltou pro Brasil para se armar com um poderoso porrete, que ele faz questão de brandir para atemorizar o Pap

A entrevista continua...

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Adeí Schmidt
Discípula de INRI CRISTO, Brasilia
Sep 16, 2011

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