Seqüência de fotos cedidas ao MÉPIC pelo jornal A Província do Pará,
contidas no interior do livro
DESPERTADOR
2ª parte -
O Ato Libertário, a Divina Revolução em Fotos.

Belém do Pará. Domingo, 28 de fevereiro de 1982, oito horas da manhã. Na praça Dom Pedro II, INRI CRISTO reuniu-se com uma multidão de aproximadamente dez mil pessoas, previamente convocadas pela TV Guajará, então Rede Bandeirantes
.

Após proferir um breve sermão na Praça D. Pedro II, INRI CRISTO convocou a multidão para acompanhá-lo até a Catedral da Sé.


J U Í Z O

                                      Assim falou INRI CRISTO:

"Se vedes em mim alguma coisa ou ato aparentemente faltoso e injustificável, o erro
não está em mim e sim na maldosa ótica de vossa visão. Em mim não pode haver erro
porque sou puro e vim sem livre arbítrio a este mundo só para executar a vontade do
Ser Supremo e perfeito que me enviou.
E, quando ousardes julgar-me, estareis sendo julgados por Ele, meu
PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim."
(Ver Travessia da Tempestade no DESPERTADOR 1ª parte)

Na Catedral da Sé, em Belém do Pará, obediente a seu PAI, SENHOR e DEUS, INRI CRISTO finalmente consumou o ato libertário. Arrancou o boneco da cruz enquanto o povo o aclamava: "CRISTO! CRISTO! CRISTO!" Através deste gesto, fez todos saberem que o Filho de DEUS está na terra de carne e osso e não é um boneco eternamente pregado na cruz.

"Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus c.16 v.18). E a fim de cumprir a palavra de que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela, o Filho do Homem adentrou a catedral, em cujo interior praticou o ato libertário.

A entrada na Catedral da Sé.

Após entrar na catedral, INRI CRISTO sustou o ritual da farsa chamada missa, vociferou contra o comércio religioso, a venda de sacramentos, a adoração de estátuas e expulsou os sacerdotes, proferindo: "Saiam daqui ladrões mentirosos, adoradores de ídolos, vendilhões de falsos sacramentos. Eu sou CRISTO!".

 

INRI CRISTO subiu no altar menor, situado no meio da catedral, onde o "sacerdote" mentia aos ouvintes no rito profano (missa). Transformando-o num andor, ordenou aos seguidores que o conduzissem a fim de anexá-lo ao altar-mor.


INRI CRISTO apontando aos seguidores a direção do altar-mor, enquanto o vigário rodopiava como um peru, gritando: "Aqui não tem homem, não tem homem nesta terra!"


INRI CRISTO, finalmente, de posse do altar-mor.

 

INRI CRISTO invocou seu PAI, SENHOR e DEUS. Obediente à ordem imperativa do Todo-Poderoso, Supremo Criador do Universo, único ser incriado, único eterno, único ser digno de adoração e veneração, apanhou no nicho o crucifixo, arrancou a estátua da cruz e quebrou-a ante o olhar estupefato dos presentes, que o aclamavam: "CRISTO! CRISTO! CRISTO!"

 
Flagrante do Ato Libertário

INRI CRISTO demonstrou nesse gesto libertário não ser o bonequinho pregado na cruz, presente nos templos, nos lares, nos recintos públicos, nas praças... alvo da veneração dos católicos equivocados, e sim CRISTO vivo, de carne e osso.

Seqüência de fotos durante o sermão proferido por INRI CRISTO, após o libertário ato revolucionário no interior da catedral.

"Eu sou o SENHOR, vosso DEUS; não fareis ídolos para vós, nem imagens de escultura... para adorardes, porque eu sou o SENHOR, vosso DEUS. Guardai os meus sábados... (os sacerdotes, traidores da causa divina, à revelia da lei, obedientes a Constantino, finado imperador romano, desde o ano 321 ensinam a guardar o domingo ao invés de sábado, que é o dia consagrado ao SENHOR). Se, porém, me não ouvirdes e não observardes todos os meus mandamentos... porei a minha face contra vós... Destruirei os vossos altos e quebrarei as vossas estátuas. Vós caireis entre as ruínas dos vossos ídolos e a minha alma vos abominará..." (Levítico c.26).

"O ídolo, obra das mãos humanas, é maldito, ele e seu autor" - Livro da Sabedoria c.14 v.8 e 27.
" Ficarão de fora do Reino de DEUS os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira " (Apocalipse c.21 v.8 e c.22 v.15).

"Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; eu não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só a mim pertence" (Isaías c.42 v.8).

O sacerdote, em pânico, vendo a farsa chamada missa na iminência de ser desmascarada, numa última tentativa de salvar o comércio de sacramentos falsos ordenou aos seus súditos que retirassem INRI CRISTO do altar. Todo e qualquer sacramento com preço é falso, desde que INRI CRISTO disse antes da crucificação: "Dai de graça o que de graça recebestes" (Mateus c.10 v.8).

No momento do confronto, o SENHOR disse: "É a hora da violência. Pega a vela, bate na cabeça dele, senão ele também vai subir no altar. E no altar, meu Filho, só tu podes subir!" INRI CRISTO bateu com a vela na cabeça do sacerdote, que, assustado, se evadiu.
Veja o capacho do sacerdote, propositalmente sem camisa, ainda com a mão na sandália do Filho de DEUS no intuito de derrubá-lo. Foi, todavia, rendido pelos fiéis.

A cadeira postada sobre o altar foi arremessada pelos sacerdotes no intuito de derrubar INRI CRISTO. O SENHOR Todo-Poderoso, não obstante, determinou que o Unigênito a usasse para sentar, legitimando o trono hoje existente no altar da casa do SENHOR.


Passada a turbulência inicial, INRI CRISTO reassumiu a posse do altar e manteve o controle temporário, colocando seu inseparável manto escarlate no nicho, em substituição ao crucifixo.

Após o violento confronto, INRI CRISTO designou dois servos seus para que guardassem suas costas no altar.

Minutos depois, o batalhão de choque da polícia militar invadiu a catedral, evacuou o povo e deu voz de prisão a INRI CRISTO.

A polícia, por ordem do arcebesta, usou de violência durante duas horas, a fim de retirar o povo da catedral. Flagrante do momento em que um cidadão invocava seus direitos constitucionais.   

Temporariamente, INRI CRISTO exerceu autoridade sobre os soldados
determinando que substituíssem os servos civis na guarda de suas costas.
Posteriormente, um deles, irreverente, colocou os pés sobre a beirada do altar.

O tenente Watrein coordenando a retirada do público ante o protesto dos fiéis.

O tenente Watrein tentando fazer uma escadinha com as mãos para que INRI CRISTO descesse do altar.

Quando INRI CRISTO descia do altar acompanhado pelos policiais, assim disse o SENHOR: "Vê, meu Filho, esta não é minha casa nem tua casa. Minha casa é tua casa. Esta é a casa da idolatria, é a casa que vende o meu nome e o teu nome. Assemelha-se a uma prostituta, pois assim como a prostituta vende o seu corpo, esta casa, que foi tua igreja, vende os sacramentos, que são o seu corpo. E por causa da iniqüidade que reina em todas as igrejas, nelas não há mais lugar para mim nem para ti. Por isso, eu te ordeno: institui na Terra o meu Reino; anuncia ao mundo que esta ordem veio de mim. Eu sou o DEUS de Abraão, de Isaac e de Jacob... único SENHOR do céu e da terra". Foi neste momento memorável que nasceu a nova ordem religiosa católica, SOUST - Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade, nova e única igreja de Cristo.


A imprensa local estimou em dez mil o número de pessoas que presenciaram o ato revolucionário e a detenção de INRI CRISTO. A Rede Globo documentou todo o evento, todavia jamais o publicou.

A TV Liberal (filial da Rede Globo em Belém), no interior da catedral, posicionou-se estrategicamente ao lado direito do altar e filmou tudo: o ato libertário, o confronto com os sacerdotes e seus capachos, a chegada da polícia (que, por ordem dos sacerdotes, usou de violência para evacuar o povo da catedral), o sermão que INRI CRISTO proferiu em cima do caminhão "tomara-que-chova" da polícia, o desfile feito a posteriori... Não obstante, o programa Fantástico mostrou ao povo brasileiro tão somente a detenção de INRI CRISTO.

INRI CRISTO, sobre o caminhão "tomara-que-chova" da Polícia Militar, com gestos triunfais, abençoou e despediu-se do povo que o aclamava: "CRISTO! CRISTO! CRISTO!".

O jornal O Liberal, apesar de cobrir todo o evento, não cedeu fotos ao MÉPIC.

INRI CRISTO deu ordem aos policiais para que conduzissem o veículo a 10km por hora, a fim de que pudesse abençoar o povo.

INRI CRISTO sendo conduzido à Central de Polícia para interrogatório.


INRI CRISTO, com o coração sangrando de dor, estava amargurado por ter sido arrancado do seio de seu povo que, inconformado, corria atrás do veículo.

Chegada à Central de Polícia. Metralhadora à espera de CRISTO.

Rosto sereno, pés descalços, rumo ao julgamento dos homens como no tempo em que se chamava Jesus.

Momentos antes de lhe tirarem a túnica, INRI CRISTO, com olhar sereno, convicto de estar cumprindo a vontade de seu PAI, ouviu o delegado Hamilton César Ponte e Souza latindo: "Filho da p..., quem tu pensas que és? Tirem a túnica dele", ante os olhares estupefatos do tenente Watrein, dos policiais e dos jornalistas.

Antes, porém, do dia de glória do Filho do Homem cumpre-se a profecia:
"Mas primeiro (antes de seu dia de glória) é necessário que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração.
Como sucedeu nos dias de Noé, assim sucederá também quando vier o Filho do Homem. Comiam e bebiam, tomavam mulheres e davam-se em núpcias até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, que exterminou a todos. Como sucedeu também no tempo de Lot: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Lot saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu, que exterminou a todos. Assim será no dia em que se manifestar o Filho do Homem ( ).
Nesse dia quem estiver no terraço e tiver os seus móveis em casa, não desça a tomá-los; e, da mesma sorte, quem estiver no campo, não volte atrás. Lembrai-vos da mulher de Lot. Todo o que procurar salvar a sua vida, perdê-la-á; e todo o que a perder, salvá-la-á." ( ).

Sob impropérios e implacáveis ordens do delegado de polícia, Hamilton César, foi-lhe arrancada a túnica.

INRI CRISTO, já sem a túnica, ante o olhar de ódio de Faustino Calixto Brito ("vigário" da catedral), volve os olhos ao céu e exclama: "Ó PAI, por que tudo de novo?" (Veja, ao final desta página, extrato do jornal O Liberal, que registrou o castigo divino reservado a Faustino Calixto Brito por haver se posicionado contra o Reino de DEUS).

 

INRI CRISTO despojado da túnica, apenas de forro. Na sala
de interrogatório depunha ante o escrivão e os jornalistas.

 

 

 

Jornal O Liberal
01/03/1982

  INRI CRISTO caminhando nos tétricos corredores da central de polícia.
Despojado da túnica, coberto apenas pelo forro, INRI CRISTO foi conduzido a uma cela imunda, cujo piso úmido foi encoberto de jornais pelos prisioneiros solidários que naquele instante circulavam no pátio.

Não sejais fracos quando colocados à prova, não penseis que DEUS vos tenha abandonado.
A casa dEle é toda criação; mesmo que todas as montanhas fossem destruídas, os mares esvaziados, as estrelas dissipadas do céu, ainda assim, jamais alguém teria tocado em DEUS.
Não penseis que DEUS é a face do sol, pois DEUS é mais, muito mais; o sol é só um símbolo de seu calor, de seu poder criativo. Não é uma imagem, não é uma coisa palpável, mas o criador de todas as coisas, único ser incriado, único ser digno de adoração e veneração, o amável espírito vivificante que habita nossos corações.
Sereis os seres mais afortunados dentre os homens se Ele vos permitir conhecê-lo.
DEUS está dentro de todos nós, é onisciente, onipotente e onipresente. E um dia, na hora certa, Ele falará a todos com palavras que não podem ser mal interpretadas.

Vede, na foto abaixo: as malditas mãos imundas tentam profanar, babujar o corpo do Filho de DEUS, templo sagrado do SENHOR, ignorando que DEUS é espírito intocável (João c.4 v.23 e 24).

O depoimento do "vigário" da Sé, Faustino Brito. Sob sua ótica esquizofrênica, considerou o ato revolucionário vandalismo, profanação e insanidade mental, o que culminou com a decisão de encaminhar INRI CRISTO ao Presídio "São José".

O caifás deste século depôs na central de polícia na tentativa infrutífera de incriminar o Filho do Homem. Protagoniza uma vez mais o cumprimento das Sagradas Escrituras com relação à volta de CRISTO: "Mas primeiro (antes do dia de glória do Filho do Homem) é necessário que ele (Cristo) padeça muito e seja rejeitado por esta geração" - Lucas c.17 v.25 a 35

Após o interrogatório, INRI CRISTO foi conduzido em um camburão da polícia ao presídio "São José".

No presídio "São José", o Dr. Nerival Barros (diretor do setor de biotipologia) foi nomeado pelo juiz para presidir a junta psiquiátrica, como registrou o jornal "O Liberal" em março de 1982. Ele disse à imprensa que o laudo do exame de INRI CRISTO seria concluído, conforme perspectivas otimistas, só "no dia do juízo final" (!). Após vários encontros com INRI CRISTO, constatando a autenticidade de sua identidade, deparou-se com o impasse: se anunciasse o que, estupefato, descobrira, seria atropelado pelos inimigos do Reino de DEUS. Face a esta realidade, optou por um encontro reservado com o arcebesta, Gaudêncio Ramos; invocando sua condição de católico, aconselhou-o: "Para a igreja seria conveniente que INRI CRISTO fosse, o quanto antes, embora de Belém". Assim cessaria a peregrinação de católicos que, diariamente, assediavam o presídio em busca de bênçãos.

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Segue abaixo a ficha carcerária de INRI CRISTO, gentilmente cedida por um funcionário da Secretaria do Interior e Justiça do Estado do Pará. Nela as autoridades terrestres registraram o nome que o Unigênito de DEUS pagou com seu sangue na cruz, INRI ("Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome do meu DEUS... e também o meu novo nome" - Apocalipse c.3 v.12). Os olhos do Filho de DEUS mudam de cor de acordo com as circunstâncias. Os inimigos do Reino de DEUS que o encarceraram não mereceram ver a beleza dos seus olhos azul-celeste, como o leitor pode constatar neste registro.

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Carteira da discípula Abeverê (Guiomar Lopes de Sousa) quando visitava INRI CRISTO no presídio. No verso, a assinatura de INRI CRISTO dando-lhe o consentimento.

Procuram encarcerar o Filho do Homem, cujo único crime cometido foi o de exercer o poder e autoridade próprios da sua legitimidade, condição esta que há dois mil anos se manifestou na histórica explosão de ira quando, derrubando mesas e cadeiras, chicoteou os vendilhões do templo em Jerusalém. A única diferença é que, agora, ao invés de chicotear os vendilhões que comercializavam à porta, INRI CRISTO adentrou o templo e expulsou os sacerdotes traidores da causa divina que negociavam falsos sacramentos e ensinavam o povo a se prostrar diante de ídolos, de costas para DEUS.

INRI CRISTO concedendo entrevistas aos jornalistas no gabinete do diretor do presídio, coronel José Bahia. Por ironia do destino, ele ostentava na parede uma pintura artística que retratava fielmente a imagem do Unigênito de DEUS, INRI CRISTO.

 

INRI CRISTO permaneceu durante quinze dias na cela nº 14 do presídio "São José", onde abençoava os que vinham em busca de solução aos seus problemas.


O então arcebesta, Gaudêncio Ramos, ao ser inquirido pelos jornalistas: "INRI CRISTO é ou não é o CRISTO?", respondeu: "Se INRI é o CRISTO, o mundo está no fim". O jornalista disse: "Então, o senhor crê que ele é o CRISTO?" Evasivamente, o arcebesta disse: "Não, CRISTO está lá no céu. Eu gostaria que o INRI CRISTO saísse da prisão, fosse embora de Belém e nunca mais voltasse".


INRI CRISTO recebendo, das mãos do policial, frutas e correspondências que lhe eram encaminhadas.

Todo o episódio do libertário ato revolucionário foi registrado pela imprensa. Ocupou amplamente a primeira página dos jornais de Belém e foi filmado pela rede Globo. O programa Fantástico de 28/02/1982, desta feita apresentado por Cid Moreira, julgando INRI CRISTO a priori, sem conhecimento de causa, assim noticiou: "Falso CRISTO invadiu a catedral de Belém do Pará, espatifou o crucifixo e está no presídio". Mostrou, tão somente, INRI CRISTO sendo conduzido no caminhão "tomara-que-chova" da polícia.

INRI CRISTO foi submetido a análises de psiquiatras, cujo laudo deixaram por concluir "no dia do juízo final".
Devido ao grande afluxo de pessoas ao presídio e aos inúmeros pedidos para soltar INRI CRISTO, quinze dias depois ele foi liberto do presídio "São José" sem depender de advogados, uma vez que de nenhum crime podiam acusá-lo. O juiz Dr. Jaime dos Santos Rocha, julgando INRI CRISTO a priori, a princípio disse que seu lugar era num manicômio, por haver, segundo ele, invadido um templo. Todavia, mudando de postura após haver estado face a face com INRI CRISTO, argumentou: "Eu não te crucifiquei como Pilatos; te mantive no cativeiro para te proteger de teus inimigos". Desapontou os inimigos do Reino de DEUS que uivavam: "Se és CRISTO, faz milagre! Sai da prisão! Liberta-te das grades!"
(Ver história completa no DESPERTADOR 1ª parte - Limpeza na Catedral de Belém)


INRI CRISTO, em sua cela, falando a uma comissão de estagiários de Direito.

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Em 24/09/1983, no interior da Basílica de Pedro, INRI CRISTO
ratifica o decreto de extinção de sua antiga igreja, a romana.
Conheça, outrossim, as palavras dirigidas por INRI CRISTO ao
principal representante da proscrita igreja comercial romana.

*  *  *  *

João Paulo II prevê a volta do Messias
(veja matéria da Revista Manchete 29/01/2000)

*  *  *  *

Eis a matéria caluniosa publicada pela Revista Veja em 10/03/82 por ocasião do Ato Libertário
perpetrado por INRI CRISTO no interior da catedral de Belém do Pará.

 "Consideramos Veja uma revista séria, da qual somos leitores assíduos. No entanto, estranhamos que ela tenha se contentado em escrever o artigo sobre INRI CRISTO (fotocópia em anexo) tão somente através de um free lance de Belém, qualificando-o de fanático e falso, tendenciosamente a favor da igreja proscrita. Em quais parâmetros se baseou o aludido "repórter" para qualificar INRI CRISTO de fanático e falso cristo, uma vez que nunca teve qualquer contato pessoal? Ao nosso juízo, julgamento a priori não combina com a conduta da investigante revista Veja. Embora seja INRI CRISTO um assunto polêmico, ela nunca se interessou nesses últimos quatorze anos sequer em conhecer sua opinião e motivações.
     INRI CRISTO não pôde reivindicar o constitucional direito de se expressar, uma vez que estava cativo no Presídio "São José" de Belém do Pará, de onde saiu sem depender de advogados após lá haver permanecido durante quinze dias, como é possível constatar lendo este documentário e o livro DESPERTADOR 1ª parte.
     Até hoje, INRI CRISTO aguarda pacientemente que Veja conheça e exponha ao público toda sua história, ou seja, o outro lado da moeda."
(Trecho da carta enviada pela secretária de comunicação do MÉPIC (Movimento Eclético Pró INRI CRISTO) à diretoria da revista Veja no dia 2 de janeiro de 1996).

ERRATA

     Primeiro, a revista Veja reportou equivocadamente que o povo aguardava INRI CRISTO em frente à catedral da Sé, quando na verdade o esperava na praça D. Pedro II. INRI CRISTO convocou os telespectadores da TV Guajará para um encontro na praça D. Pedro II, como é possível constatar através das fotos no interior do livro DESPERTADOR 2ª parte (ver pág.29).
     A multidão seguiu-o em procissão até a catedral da Sé.
     Segundo, a revista deturpou o nome da cidade ao escrever "INRI de Indaiá" quando na verdade o povo o chamava "INRI de Indaial", aludindo ao nome da cidade onde Cristo reencarnou, da mesma forma que antigamente o chamavam "Jesus de Nazaré".
     Ademais, o arcebesta Alberto Gaudêncio Ramos não respondeu nada ao free lance da revista Veja. Na verdade, ele se escondeu da imprensa durante uma semana.
     Cada vez que os jornalistas batiam na porta da cúria metropolitana, empregados alegavam que a cúpula estava em retiro, conforme noticiou a imprensa de Belém.
     Apesar de todos estes erros dignos de reparação, continuamos assinando a revista Veja, temos convicção de que ela não faz parte da desinformação organizada. Acreditamos que tão somente o repórter foi propositalmente tendencioso.
     Esperamos que a revista Veja, mantendo a tradição de bem informar o público, transforme esta errata em uma reportagem ampla e elucidativa, obviamente após questionar INRI CRISTO, ou seja, ouvindo os dois lados como é de bom alvitre para uma imprensa séria e livre.

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CASTIGO DIVINO

Fotocópia do jornal que registrou a agonia do "vigário" Faustino e do arcebesta Gaudêncio Ramos.
Ambos foram condenados pelo Santo Tribunal Celestial.

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COINCIDÊNCIA?

Ambos coagiram a polícia a deter INRI CRISTO

O "vigário" da catedral de Belém do Pará, Faustino Calixto Brito, presente na central de polícia, determinou que despojassem INRI CRISTO de sua túnica. Castigado pelo ALTÍSSIMO com um derrame cerebral, passou dez anos em estado vegetativo, lúcido, recordando os delitos cometidos contra o Reino de DEUS. Já o então arcebesta (arcebispo) Alberto Gaudêncio Ramos, também após longo período de purgação, faleceu acometido de câncer no estômago e pediu no leito de morte que fosse enterrado na catedral, local histórico onde o Unigênito INRI CRISTO, obediente a seu PAI, SENHOR e DEUS, praticara em 28/02/82 o libertador ato revolucionário que culminou com a proscrição da igreja comercial romana e o nascimento da SOUST, nova ordem católica, Única Igreja de CRISTO.

*  *  *  *

INRI CRISTO ainda bebe, de gole em gole, a última porção do amargo cálice da reprovação,
como ele mesmo vaticinara no tempo em que se chamava Jesus: 

"Mas primeiro (antes de seu dia de glória) é necessário que o Filho do Homem sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem. Comiam e bebiam, tomavam mulheres e davam-se em núpcias, até o dia em que Noé entrou na arca e veio o dilúvio, que exterminou a todos. Como sucedeu também no tempo de Lot: comiam, bebiam, compravam vendiam, plantavam e edificavam. Mas no dia em que Lot saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu, que exterminou a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar" (Lucas c.17 v.25 a 35). 

"Então, de dois que estiverem num campo, um será tomado e o outro será deixado. De duas mulheres que estiverem moendo a mó, uma será tomada e a outra será deixada. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora virá o vosso Senhor. Sabei que, se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria, sem dúvida, e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós também preparados, porque o Filho do Homem virá na hora em que menos o pensardes" (Mateus c.24 v.40 a 44).

* * *

Próximo está o dia de glória do SENHOR, momento em que a humanidade se despertará para a realidade irrefutável e insofismável de que INRI CRISTO é o Messias reencarnado. Cessado o período da reprovação que ele mesmo predisse antes de ser crucificado, INRI CRISTO enfim será reconhecido por todos. No entanto, para muitos será tarde, tarde demais: a justiça divina resplandecerá.

Você já conhecia este fato jornalístico? Se não conhecia, pergunte-se o porquê.
A resposta óbvia é o boicote imposto a INRI CRISTO pela desinformação organizada.

A profecia se anunciou e a voz do povo clamou: a mil chegou e de dois mil não haveria de passar sem que o Messias reaparecesse à humanidade. De acordo com as sagradas e eternas leis de DEUS, INRI CRISTO voltou à Terra de carne e osso, reencarnou. Cumpriu-se a profecia. E no dia 24/10/2000, através de um venerando acórdão expedido pelo Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, as autoridades terrestres reconheceram oficialmente a identidade do Filho de DEUS, determinando que conste em todos os seus documentos (passaporte, identidade, etc.) seu novo nome INRI CRISTO, o nome que pagou com seu sangue na cruz ("Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome" - Apocalipse c.3 v.12).
(Ver história jurídica completa de INRI CRISTO no livro O Tempo ).