TEMPO DE ACERTO DE CONTAS
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Assim falou INRI CRISTO:
"Tu podes me trocar
pelo demônio que quiseres ou por qualquer maldita estátua que ninguém há de
achar isto incomum, pois há sempre lugar para Belzebu no coração dos
traidores. Em tempo algum e em circunstância alguma desta regra trivial, meu
filho, diferes. És igual aos falsos profetas, só que preferes fingir não
pertencer ao rol dos abutres. E eu sei que ninguém pode imaginar a dor
cruciante que guardo no peito por meu incompreendido e sublime amor; e eu
sofro e não sou feliz. E em meu conceito não vales nada: és iníquo, ímpio e tacanho;
és vulgar, hipócrita, arrogante e imbecil, mas ainda assim te amo porque és
meu filho, carne da minha carne, espírito do meu espírito.
Eu que te falo sou Adão,
Primogênito de DEUS, teu Pai e Pai da humanidade. Sou o mesmo que enviaste à
cruz no tempo em que meu nome era Jesus, conivente com os sacerdotes da
proscrita sinagoga usurpada por Satanás, quando gritavas: "Crucifique,
crucifique!", ou quando, reduzido à tua insignificante e frágil condição
humana, temeroso de exteriorizar tua condição filial, calaste mesmo sabendo
que eu era inocente e que era conduzido ao calvário para resgatar os teus
pecados e os pecados da humanidade.
Meu nome novo é INRI, o nome
que paguei com meu sangue na cruz, o nome que Pilatos escreveu acima de minha
cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam no meu rosto, quando me
humilhavam, quando se cumpriam as Escrituras."
Curitiba, 26 de abril de 1985.
Assim falou INRI CRISTO:
"Ai de ti que te sentas
confortavelmente em tua cadeira a saciar teu egoísmo e despotismo, explorando
calculística, inescrupulosa e fraudulentamente a gente obreira!
Ai de ti que és herdeiro do
maldito império de iniqüidades construído pelos traidores da causa divina com
o sangue e as lágrimas dos meus filhos torturados e queimados nas fogueiras
das paixões desmedidas e assassinas da famigerada satânica Inquisição!
Ai de ti que pensaste que eu
jamais voltaria, jamais reencarnaria, vilipendiaste minha lei, meu Evangelho
e, enganando meu povo, negas a reencarnação (Gênesis c.3 v.19, Mateus c.11
v.13 a 15, c.17 v.10 a 13, c.26 v. 27 a 29, Marcos c.9 v.11 a 13, c.14 v.24 e
25, Lucas c.1 v.13 a 17, João c.3 v.1 a 3...) e a essência da minha doutrina!
Ai de ti que, com teus
comparsas, em meu nome e de meu PAI, SENHOR e DEUS, dizes optar pelos pobres
para mais facilmente explorá-los!
Ai de ti e de teus cúmplices
que enganais meu povo exibindo-lhe uma estátua feita pelas perecíveis mãos
humanas e dizeis, tentando denegrir-me, que tal ídolo sou eu, vilipendiando a
perpétua lei divina (Sabedoria c.14 v.8, Levítico c.26...)!
Ai de ti que gargalhas e
debochas sarcasticamente dos oprimidos, escravos de tuas mentiras e da
idolatria que lhes impuseste, arrastando-os para o abominável mundo das
trevas!
Ai de ti que blasfemas e
ensinas o meu povo a blasfemar, impondo-lhe a rezar a "Ave Maria", espúria
prece que contém em seu bojo a mais abominável blasfêmia contra meu PAI,
SENHOR e DEUS, Supremo CRIADOR do Universo ("Santa Maria mãe de DEUS"), como
se fosse possível DEUS ter mãe! E quem seria o pai da mãe de DEUS?
Ai de ti que enganas meu povo
dizendo-te meu servo e de meu PAI quando em verdade serves ao Belzebu,
príncipe das trevas, e ao seu idolátrico principado de iniqüidade!
Ai de ti que te vestes de
branco sem ser digno e falas de paz enquanto, em oculto, te reúnes aos
opressores e planejas ardilosamente novas formas de guerra!
Ai de ti que te dizes
religioso e, em vez de religar os homens a DEUS, com teus maus exemplos (e de
teus asseclas) de fraude, corrupção e iniqüidade os afastas, transformando o
mundo num verminoso onde a fantasia substitui a realidade, a mentira substitui
a verdade, a delinqüência substitui a probidade... e onde a honestidade é
proibida, a lealdade é desonra, a sinceridade e a autenticidade são
loucura...!
Ai de ti, eu avisei:
"Lembra-te, pois, do que recebeste e ouviste, observa-o e faz penitência,
porque, se não vigiares, virei a ti como um ladrão e não saberás a que hora
virei a ti" (Apocalipse c.3 v.3)!
Ai de ti: a hora da justiça
divina está próxima!"
Curitiba, 17 de agosto de 1989. |
INRI CRISTO
no Vaticano
Em 24/09/1983, no Vaticano, INRI
CRISTO decretou
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